terça-feira, 22 de janeiro de 2019

DOIS OU TRÊS COMENTÁRIOS SOBRE A FALA AGORA DO PRESIDENTE DO BRASIL EM DAVOS NA SUÍÇA (DISCURSO EM TOM ECONÔMICO)

Para usar uma expressão que todos podem entender o sentimento é hoje de esperança com um pé atrás



O enfoque nº 1 do nosso blog são os recursos da natureza do Brasil que precisa ser a prioridade do governo e de todos


Longe daqui, numa temperatura abaixo de zero, distante também do tom dos seus comícios pela Internet, Jair Bolsonaro procurou adequar a sua fala ao cenário: é que lá está rolando um evento mundial de chefes de estado, ministros e investidores de todo o planeta, ele falou como um economista, mesmo quando se referiu ao meio ambiente. O outro comentário desde já é que tem sido praxe na política dos países (mais ainda no Brasil há muitos e muitos anos) uma realidade que reflete a filosofia de Machiavel, traduzindo em linguagem popular, o povo diz a teoria na prática é outra. Esperamos que desta vez o discurso politicamente correto seja praticado, mas diante de tudo o que tem acontecido, muitos de nós ficam com um pé atrás na esperança. É o que posso sentir nas primeiras manifestações lá em Davos e aqui no país de gente ligada ao movimento ecológico, de cidadania e da criação dum futuro sustentável, Deus queira que todo este movimento e eu estejamos errados desta vez nesta descrença, fruto de sofrimento e de muitas e muitas décadas de falta de gestão ambiental no Brasil. Este é um editorial hoje deste nosso blog da ecologia, da cidadania, da não violência e da criação do futuro sustentável. 


O presidente do Brasil falando hoje em Davos na Suíça



(Mais tarde estaremos postando na seção de comentários algumas repercussões nacionais e internacionais do discurso no Fórum Mundial Global: aguarde e venha conferir depois você também, OK? Mande ver a sua mensagem)


Esta imagem sintetiza o meio ambiente lá


Fontes: Rede Globo - Site Terra
              folhaverdenews.blogspot.com

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

POLUIÇÃO DO AR JÁ TEM PADRÃO DA OMS MAS AINDA NÃO CONTA COM A GESTÃO AMBIENTAL QUE POSSA REDUZIR O PROBLEMA QUE É TAMBÉM DE SAÚDE PÚBLICA EM NOSSO PAÍS

O Conama atualizou os padrões de qualidade do ar de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde da ONU para monitorar mas ainda não há políticas públicas com investimentos e práticas para reduzir as emissões de poluentes no Brasil 



Já há todos dados sobre a poluição do ar...

...mas falta a gestão ambiental para reduzi-la


Ísis Nóbile Diniz fez um levantamento sobre esta questão no site nacional de assuntos socioambientais EcoDebate e a própria Agência Brasil também está noticiando agora uma atualização nos padrões para medir e monitorar os índices de poluição do ar, porém ainda não há indícios de avanços e de soluções nesse setor, a área governamental já tem dados mais atualizados sobre o problema, porém  segundo o IEMA (Instituto de Energia e Meio Ambiente) a gestão ambiental pública ainda deixa a desejar. O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) pelo menos já atualizou os padrões de qualidade do ar (PQAr) segundo recomendações da OMS, algo que ela vem alertando há mais de 13 anos. Esta nova resolução avança ao considerar o material particulado fino, responsável por agravar diversas doenças, agora finalmente incluído na lista de poluentes que precisam ser  monitorados no país urgente e obrigatoriamente. Também foi exigido guia de monitoramento e todo o plano de controle das emissões. Contudo, faltou a determinação de um cronograma para que o Brasil implante uma gestão capaz de melhorar na prática o ar que a nossa população respira, o que é também fonte de doenças e de prejuízos para a economia, não só para a ecologia.  

OMS da ONU recomenda reduzir emissões...

...de todas as fontes e tipos de poluição do ar


“Embora seja importante a atualização de padrão, entendo  que, para não se transformar este dado em letra morta, é necessário um aperfeiçoamento de instrumentos de gestão da qualidade do ar que precisam levar tanto à ampliação da cobertura da rede de monitoramento em operação no país, como à redução das emissões de poluentes atmosféricos de veículos e de fontes industriais, que ainda não é efetiva e mais ainda em algumas áreas de nenhum atendimento aos padrões”, explica André Luis Ferreira, diretor-presidente do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), a organização sem fins lucrativos que produz dados técnicos para qualificar políticas públicas no setor ambiental. 


Já existe padrão e tecnologia para controlar e reduzir...
...a poluição do ar que causa também várias doenças

Um guia de monitoramento deve ser criado para definir métodos atualizados e equiparar informações de cada estado. A apresentação dele pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em conjunto com os órgãos estaduais, está prevista para ser efetivada em novembro de 2019. A adoção de padrões de qualidade do ar mais restritivos será só então determinada com base nas análises do Relatório Anual de Qualidade do Ar e Controle de Emissões Atmosféricas. A nova resolução estabelece uma progressão na melhoria da qualidade do ar, porém, o plano falha, permite que os novos padrões de qualidade do ar não venham nem a ser adotados caso os relatórios estaduais apontem pela falta de condições para isso. Ou seja, na maior parte das cidades e das regiões o país pode continuar com os padrões defasados e a atual poluição do ar crescente, fazendo aumentar ainda mais em geral os problemas neste setor vital do meio ambiente e da saúde pública. 

Urgente uma gestão para nova realidade ambiental


(Como os poluentes afetam a nossa saúde? Confira na seção de comentários aqui no  nosso blog de ecologia e de cidadania mais informações sobre a qualidade do ar no Brasil hoje, OK?)





Fontes: EcoDebate - Agência Brasil - BBC

               folhaverdenews.com.br



sábado, 19 de janeiro de 2019

JÁ NÃO SE FAZ MAIS UM WOODSTOCK DE VERDADE NESSA ERA SÓ DE CONSUMO E DE FALSAS CELEBRIDADES OU REBELDIA SEM LIBERDADE E COM A PSEUDOCULTURA ATUAL

Dois documentários da Netflix denunciam o evento Fyre Festival como golpe para falsos milionários em paraíso que virou inferno: é algo bem típico de hoje e muito mas muito diferente da autenticidade dos hippies dos anos 60 e do movimento da juventude para mudar o mundo e que continua hoje através da luta cultural também na música ou pela ecologia e contra a violência agora da realidade 



O milionário e promoter Billy McFarland está preso pelo golpe do falso megaevento o tal de Fyre Festival


Aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News a gente resume as principais informações da reportagem de Michael Baggs no site da BBC, programa na rádio Newsbeat e também o conteúdo de dois documentários da Netflix sobre um golpe promovido por Billy McFarland (ele hoje está preso) feito com apoio de celebridades tipo as modelos Kendall Jenner, Bella Hadid, até a Alessandra Ambrósio e Hailey Baldwin, talvez pagas para fazer a divulgação dum festival de música fora do comum, anunciado como uma megafesta de alto padrão que seria realizada durante dois fins de semana em uma ilha paradisíaca nas Bahamas. Na verdade não rolou, tendo sido é um vexame mundial. Os pacotes, que custavam até 100 mil dólares, prometiam acomodações de luxo e o melhor da comida, da arte, da música e das "aventuras" na ilha caribenha. Entre as atrações musicais prometidas estavam os grupos Blink-182 e Major Lazer. Mas tudo na realidade foi um lixo, um crime, um golpe que mostra os erros e os limites da atualidade hoje em dia. Nada do que se anunciava via Instagran, Twitter e Facebook era verdadeiro, os participantes encontraram tendas de acampamento, com colchões colocados no chão encharcados pela chuva, refeições que se limitavam a sanduíches com duas fatias de queijo, alface e tomate. Suas malas foram jogadas em um estacionamento sem iluminação. Se a mídia criticou na época Woodstock, o grande festival do rock dos anos 60 por ter drogas mas também manifestações de liberdade e rebeldia cultural, este evento foi na verdade um subshopping de música e uma encenação de lazer de milionários para enganar trouxas da era digital. Este lamentável Fyre Festival serve de alerta para os jovens de hoje e é tema agora de dois documentários, um deles teve a sua estréia ontem no Netflix e o outro está para ser ainda programado. A gente aqui mostra este golpe como advertência da falsa vida cultural da atualidade que nada tem a ver com um movimento para mudar e avançar a vida.


Modelos pagas para promover o falso evento das celebridades que na realidade não rolou



O repórter Michael Baggs fez o seu trabalho extraordinário de denúncia deste golpe vergonhoso a partir do que na real aconteceu com Seth Crossno, blogueiro e podcaster, e seus três amigos que gastaram pelo menos 45 mil dólares cada um em ingressos, transporte e acomodações de luxo para irem  participar do evento que foi o maior lixo cultural da década: quando eles chegaram lá numa ilha das Bahamas, então descobriram que o local era praticamente só um canteiro de obras. "Ainda havia trabalhadores, caminhonetes e veículos de 18 rodas por toda parte", afirmou Seth Crossno também entrevistado no programa Newsbeat da Radio 1 da BBC. O único saldo positivo desta loucura e vergonha: na Netflix o documentário denúncia desde ontem é um dos maiores sucessos dos últimos tempos e o seu título diz tudo,  O Grande Evento Que Nunca Aconteceu. 


Muita gente entrou no golpe do Fyre Festival...

 ...Billy usou um famoso rapper dos States para lançar no mercado de megashows o golpe do falso festival



(Confira na seção de comentários deste nosso blog - que é cult de verdade - mais informações e detalhes sobre este golpe do falso Fyre Festival)



Jimi Hendrix em Woodstock este sim nos anos 60...

...foi um megaevento duma geração hippie e rebelde...


 ...sexo e drogas mas também liberdade e rock...
...mas agora foi só uma falsa loucura de consumo ou um crime como mostra a Netflix 

Aqui e na BBC e na Netflix Hendrix vivo


Fontes: BBC - Netflix -  folhaverdenews.com.br

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

ESTÃO AUMENTANDO AGORA ALGUMAS OUTRAS DOENÇAS AMBIENTAIS DO VERÃO: CONFIRA OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DE SAÚDE URBANA NESTA ÉPOCA DO ANO

A gente nem está falando de Dengue ou de Febre Amarela mas de danos ambientais à saúde causados nas cidades hoje por ar condicionado sem manutenção





Daniel Deheizelin, pneumologista do Hospital Sírio Libanês de São Paulo adverte que além da manutenção dos aparelhos de refrigeração é fundamental uma hidratação das pessoas nos ambientes com ar condicionado, sendo também essencial uma melhor regulação da temperatura artificial.  Por sua vez o médico microbiologista André Mário Doi esclarece que um dos principais motivos para pessoas adoecerem nesta época  de calor são ligados ao uso destes aparelhos e até de ventiladores também. Estas alternativas não naturais poderão levar a agravos de saúde como as doenças respiratórias, devido ao acúmulo de poeira, ácaros, fungos e de algumas bactérias que podem se acumular nos filtros dos aparelhos de ar condicionado ou nas hélices de ventiladores. A gravidade desta situação que é típica dos meses de dezembro, janeiro, fevereiro, março e abril no Brasil foi que levou o site nacional de assuntos socioambientais a uma matéria especial neste tema na atual edição do EcoDebate. Aqui no blog da ecologia, da não violência e da cidadania Folha Verde News a gente resume as principais informações desta pauta para você, OK? 








A falta de manutenção do ar condicionado é uma das causas das doenças urbanas de verão. Pouco tempo já se passou desde o início desta mudança de tempo e os brasileiros já estão sentindo o calor intenso e os efeitos que vêm com as altas temperaturas registradas nos termômetros. Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC-Inpe) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet-Mapa), a temperatura média entre agora no Brasil deve ser superior aos 31,5ºC a não ser em cidades e regiões mais altas, que têm o clima mais ameno. No carro, em casa ou no trabalho, um item de consumo ajuda a população a amenizar o calor: o ar condicionado. “Quando utilizado com mais frequência, o aparelho deve ser higienizado de maneira adequada e ser objeto de manutenção periódica. Caso contrário, ele poderá causar danos à saúde”, comenta o médico microbiologista André Mário Doi: “Um dos principais motivos que podem levar a agravos de saúde, como as doenças respiratórias, é o acúmulo de poeira, ácaros, fungos e algumas bactérias que podem se acumular nos filtros e nos ambientes, que precisam ser muito bem higienizados". 







A seguir algumas complicações à saúde que podem ser causadas pelo uso de ar condicionado sem a correta higienização: confira e divulgue.




Ressecamento do muco pulmonar – A mucosa nasal é revestida por cílios vibrantes, responsáveis por expulsar bactérias, fungos e vírus que entram no organismo pelo ar respirado. Como há o ressecamento da região, a chance de contrair infecções aumenta.

Doença do Legionário – Essa doença é ocasionada por uma bactéria (Legionella pneumophila), que pode se alocar nos dutos e filtros de equipamentos de ar condicionado mal higienizados. “A exposição a essas bactérias leva a um quadro respiratório de pneumonia grave. O diagnóstico precoce permite terapia antimicrobiana específica, reduzindo a gravidade e complicações do quadro”, menciona Dr. André Mário Doi.

Asma – As alergias respiratórias, como a asma, são doenças inflamatórias crônicas que acometem as vias respiratória. A doença se manifesta clinicamente por crises de falta de ar ou cansaço, chiado no peito e sensação de aperto no peito, geralmente acompanhadas de tosse. O médico alerta que cerca de 80% dos pacientes que têm asma apresentam também rinite: “A exposição aos alérgenos inalantes, como ácaros da poeira de casa, fungos, pelos de animais, baratas, bactérias e pólens, é o principal fator das crises de asma e rinite”, informa o especialista.

Rinite alérgica – A rinite alérgica é uma infecção que ocorre na membrana nasal. É caracterizada por espirros repetidos, coriza líquida e abundante, olhos lacrimejantes, coceira (em nariz, olhos, garganta e ouvidos), congestão nasal, alteração do olfato e do paladar, olhos avermelhados e irritados.
















(Confira na seção de comentários deste nosso blog algumas orientações para se prevenir estes problemas de saúde em ambientes urbanos nesta época de verão no Brasil)







Fontes: ecodebate.com.br
              folhaverdenews.com.br




quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

MOVIMENTO ECOLÓGICO PROTESTA CONTRA DECLARAÇÕES EXTREMAMENTE INJUSTAS DA ATUAL MINISTRA DA AGRICULTURA DO BRASIL

Depois de ser chamada por esta autoridade governamental e líder ruralista de má brasileira, Gisele Bündchen foi escolhida para receber mais um  prêmio internacional por sua atuação sempre a favor da cidadania e da ecologia que será dado a ela pela Universidade da Califórnia (UCLA)


Aqui Gisele com pesquisadores e ecologistas na Amazônia



A supermodelo que se afastou dos desfiles e lançou livro será homenageada ao lado de Barbra Streisand, por sua dedicação à causa socioambiental, isso, nos Estados Unidos, em fevereiro, durante o evento Hollywood for Science Gala, organizado em Los Angeles pela Universidade da Califórnia e através do Instituto do Meio Ambiente e da Sustentabilidade. Por aqui no Brasil, o movimento ecológico, científico e de cidadania está divulgando a nota oficial de Gisele Bündchen, retrucando a declaração esdrúxula desta senhora que é deputada ruralista e hoje ministra do governo brasileiro. Talvez, ela tenha tido a pretensão de criar uma polêmica e se promover, mas as declarações além de injustas, pegaram muito mal em toda a mídia, em especial, no exterior, onde há maior liberdade de crítica no jornalismo. "Estamos todos conectados e sem natureza deixaremos de existir. Nosso planeta necessita de nossos cuidados e agora mais do que nunca. Precisamos ouvir os sinais que ela anda nos dando e trabalharmos juntos para protegê-la; nossas ações nos impedirão de prejudicar a nós mesmos e às gerações futuras", comentou a reconhecida ecologista Gisele Bündchen, entrevistada pela revista americana Billboard. A super top model e ativista brasileira já havia em entrevistas que havia dado antes, aqui no país e em outros países, que há mais de uma década vem se dedicando às lutas da ecologia, "tudo começou lá por 2004 quando visitei tribos indígenas no Xingu". Por sinal, a gestão dos índios no Brasil foi retirada da Funai e passou para o Ministério da Agricultura. "Sempre tenho procurado usar a minha voz para chamar a atenção das pessoas para os temas ecológicos". Mais do que apenas falar, Gisele Bündchen tem feito muitas ações socioambientais, reconhecidas até pela ONU, como doar um percentual de suas propagandas (por exemplo, via a empresa Grendene, por publicidade de sandálias) para causas socioambientais de valor. "Juntamente com familiares, criamos o Projeto Água Limpa, a partir daí tenho ido à luta direto pelo meio ambiente, advogando pela natureza, algo que levou até a Organização das Nações Unidas me nomear embaixador do Meio Ambiente, enfim, tento usar minha força para temas positivos". Entre outras atitudes de cidadania, Gisele Bündchen defende causas como o parto humanizado, a adoção de órfãos e a proteção das mulheres diante da violência na atualidade.


Polêmica ministra da Agricultura X  Gisele Bündchen


Quem é má brasileira? Lideres ambientalistas fazem este questionamento também nas redes sociais e a própria Gisele Bündchen deixou claro: "Procuro me envolver com as questões que tenham relação direta com a minha vida, assuntos que eu tenha tido alguma experiência e sobre os quais possa transmitir algo. Mas existem momentos em que é importante se calar, afinal, só conseguimos ouvir o outro lado da história se ficarmos em silêncio. E tudo sempre tem dois lados, ou mais. A percepção de cada um está baseada na sua vivência e precisamos respeitá-la", manifestou ela com a sua conhecida elegância e equilíbrio em suas declarações.


Gisele Bündchen ficou triste com a crítica injusta


Gisele Bündchen rebate críticas injustas da ministra da Agricultura do Brasil -  Gisele Bündchen se confessou surpresa com as críticas, ao ver seu nome mencionado negativamente por uma autoridade governamental que a censurou por estar sempre acusando o desmatamento no país. A seguir um trecho da nota oficial em que ela afirma "Eu venho apoiando projetos positivos e me envolvendo com causas socioambientais, o que sempre fiz com muita responsabilidade". Após as primeiras declarações dadas em entrevista em emissora de rádio em São Paulo, em uma outra mensagem publicada no Twitter, a atual ministra  da Agricultura, deputada Tereza Cristina retomou o assunto de forma mais ponderada: "Na Jovem Pan sinalizei que a Gisele Bündchen podia é ser embaixadora do Brasil para mostrar que nós produzimos alimentos para o mundo preservando a natureza. A modelo vai receber, em breve, convite nosso nesse sentido", escreveu a política. Por seu lado, Gisele Bündchen, sem mencionar nenhuma vez o nome de quem a agrediu com palavras, mostrou que conhece bastante o tema ao escrever em sua nota oficial acreditar que "a produção agropecuária e a conservação ambiental precisam andar juntas, lado a lado. O desenvolvimento, a prosperidade e o bem estar dependem deste equilíbrio". Ainda citando o valor do equilíbrio sustentável,  Gisele Bündchen afirmou em resumo que "a agricultura, tão importante para o nosso país também depende das condições do clima e do ambiente para o seu desenvolvimento". 

Gisele Bündchen tem feito direto ações pela ecologia...


(Confira na seção de comentários do blog da ecologia e da cidadania mais informações sobre esta situação que revela um ruído cultural, nosso movimento não pode se silenciar e assim, nos solidarizamos com Gisele Bündchen, que já foi tema de matérias positivas por aqui na nossa webpágina)



...com posts de amor à natureza e cultura da vida




Fontes: terra.com.br - oglobo.globo.com

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

PARA NÃO FALAR OUTRA VEZ DA VIOLÊNCIA NA REALIDADE AQUI CONTRA ANIMAIS E PESSOAS HOJE NOSSA NOTÍCIA É UMA RECEITA DE UM HAMBURGUER VEGANO (TECNOLOGIA DA ALIMENTAÇÃO)

O hamburguer vegetal do Vale do Silício que é chamado de Impossible Foods sendo também apelidado de comida de astronauta, o produto 100% vegetal tem gosto de carne



 Para os que estão fugindo da carne...


...e não conseguem ficar sem este sanduiche



"A tecnologia dos alimentos deu um jeito", comentou o jornalista Bruno Capelasi enviado pela BBC News a Las Vegas para documentar o hamburguer vegetariano que está fazendo furor nas redes sociais de lá e de todo o planeta: por aqui no Brasil, já há algumas alternativas deste tipo sendo criadas por chefs, lanchonetes ou restaurantes veganos, a notícia agora porém se refere a uma pesquisa da tecnologia de alimentação, também destacada no site Terra. Esta relativa e boa novidade tem gosto de carne, cheiro de carne e até sangra mas não vem de animal nenhum e, sim, das plantas. Trata-se do Impossible Burger, hoje o carro chefe duma startup americana Impossible Foods. O nome da empresa não foi escolhido à toa: sua missão, que aparentemente seria impossível, é criar um alimento que busca parecer no máximo com o bife tão saboroso para os carníveros, mas de origem 100% vegetal. Criada em 2011 por Patrick Brown, um professor de bioquímica da Universidade de Stanford, agora a nova alternativa vegana foi lançada durante a feira de tecnologia CES, anunciada com a segunda versão de sua carne e batizada pela empresa como Impossible Burger 2.0.


 Agora não é mais impossível


Foi a primeira vez que este tradicional evento de tecnologia americano, realizado há mais de cinco décadas, teve um lançamento de comida. Para Patrick Brown, as duas coisas estão intrinsecamente relacionadas: "Comida é hoje a maior tecnologia que temos, há mais de 10 mil anos. Avançamos como civilização quando descobrimos o fogo e a agricultura e pudemos comer de forma diferente", argumenta o cientista.
Desde a criação da Impossible Foods, ele comanda um time de engenheiros, de geneticistas e especialistas em alimentos para descobrir como fazer carne vegetal, a partir de plantas. O objetivo é o de reduzir o impacto da pecuária bovina que tem sido agressiva ao ambiente e à vida no planeta: "Hoje a produção da pecuária não é sustentável. E nós não iremos conseguir alimentar 7 bilhões de pessoas ocupando tanto espaço no solo para a pecuária agressiva assim", afirma o pesquisador. E então ele indica a solução: para a Impossible Foods ela foi encontrada quando a equipe de Patrick Brown descobriu a "heme", uma molécula rica em ferro responsável pelo gosto característico da carne quando vai ao fogo. Ela também existe em vegetais como o trigo e a soja  e é a partir dessa molécula, inserida nos vegetais em laboratório que e atual tecnologia consegue fazer uma carne perfeita mas de origem vegetal, com a ajuda da nova engenharia genética e da velha fermentação. Hoje, a fábrica da empresa, localizada em Redwood City, no Vale do Silício, é capaz de gerar 900 toneladas de alimento por mês  (a produção abastece uma rede de 5 mil restaurantes nos States, Hong Kong e Macau, entre locais com estrelas Michelin e redes de fast food. Além disso, o produto também é aprovado pela Food and Drug Administration, autoridade sanitária dos Estados Unidos. E aqui você também topa dar essa virada? Diminuir o consumo de carne pode atenuar os problemas do clima e do meio ambiente, podendo ajudar até a salvar a Amazônia...

Dados ligados à pequisa de Patrick Brown



(Confira mais informações na seção de comentários deste blog da gente, este produto update pode se apresentar de outras formas também, OK?)



Jennifer Lopez também parou de comer carne para manter a forma e hoje aprova o Impossible Burguer...

...na sua dieta vegetariana e vegana...

...que inclui legumes, verduras cruas e frutas


Fontes: BBC - Terra - Impossible Burguer
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

NÃO SÓ CIENTISTAS E ECOLOGISTAS MAS ATÉ A ENTIDADE DO AGRONEGÓCIO DEFENDE QUE O BRASIL CUMPRA O ACORDO DO CLIMA ASSINADO NA ONU JUNTO COM OUTROS 195 PAÍSES HÁ DOIS ANOS

O país que sair do Acordo de Paris terá dificuldades nas suas exportações: é o que  admite a Associação Brasileira do Agronegócio e a Abag agora então dá razão ao movimento ecológico, científico e de cidadania que vinha apregoando esta posição há tempos e por motivos que não são os negócios mas sim o equilíbrio ambiental


Agora até líderes ruralistas defendem Acordo do Clima da ONU


Esta notícia repercute internacionalmente porque o Brasil havia assinado publicamente o acordo em Paris há 2 anos mas depois saíram comentários que o país não cumpriria as metas deste documento oficial da ONU, seguindo a linha de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos que voltou atrás. "A saída do Acordo do Clima conforme foi várias vezes anunciado pelo atual governo será negativa para o país, para a ecologia e também até para o agronegócio brasileiro", é a manchete da revista Exame, em notícia divulgada também pelo Estadão Conteúdo, publicando esta avaliação agora feita pelo diretor executivo da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Luiz Cornacchioni, que é engenheiro agrônomo e se preocupa com esta saída vir a se confirmar  ao longo de 2019, depois de autoridades governamentais brasileiras terem recusado sediar ao final deste ano uma conferência mundial sobre clima e meio ambiente há 2 anos  já agendada pelas Nações Unidas: “Quem querer sair do Acordo de Paris é porque nunca exportou nada”, disse com todas as letras o presidente da Abag, lembrando que só em 2018, este setor exportou mais de US$ 100 bilhões, "em muitas questões é preciso o bom senso de ser sustentável diante do que vem acontecendo com o clima, desrespeitar o acordo mundial vai levar nosso país a perder negócios pela má imagem desta atitude, o Brasil assinou o acordo em abril de 2016 em encontro da ONU, aqui o Congresso Nacional aprovou e, então essa posição se tornou algo vigente na lei nacional, outros países não aceitarão este recuo agora". 



A reação internacional é um dos motivos


Para o líder ruralista Luiz Cornacchioni uma saída real do acordo climático (acordo estabeleceu a meta de limitar o aumento da temperatura do planeta ao menos a 1,5ºC, até 2100) poderá prejudicar todo nosso país em negociações no exterior: “Se tirarmos a sustentabilidade da equação atual ela não fecha”. 

Momento histórico e público do Acordo do Clima em 2016



Segundo a Abag entidades como a Apex-Brasil ou ainda a Sociedade Rural Brasileira e a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) têm promovido em vários países propaganda para mostrar casos de sucesso do agronegócio brasileiro, como a produção de biocombustíveis e projetos de pecuária sustentável: "Isso gerou resultados práticos, quebrando alguns paradigmas e desmistificando preconceitos, sair deste acordo mundial climático será algo negativo". Luiz Cornacchioni defendeu, ainda, a necessidade de o Brasil respeitar todas as questões ambientais, também as certificações internacionais. “Isso não afetará em nada nossa soberania e mostrará uma disposição positiva. Temos a oportunidade de ser protagonistas no agronegócio e ser relevantes nessas discussões e temas ambientais hoje é essencial para todos". 


A posição de Trump  é exceção negativa e reflete interesses somente da indústria petrolífera



(Confira na seção de comentários aqui do nosso blog de ecologia e de cidadania outras informações nesta pauta, como a opinião do próprio ministro atual do Meio Ambiente, que entre idas e vindas das autoridades governamentais no tema afirmou agora devido à questão comercial que o Brasil deveria se manter a favor do Acordo de Paris)



Economia hoje precisa respeitar a ecologia...

...para evitar um caos do clima e do meio ambiente


Fontes: exame.abril.com.br - jornal O Estado de São Paulo
              folhaverdenews.com.br

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