segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

A CULTURA POPULAR DO NORDESTE E EM ESPECIAL A LITERATURA DO CORDEL MARCAM O NATAL E TAMBÉM HOJE EM DIA A LUTA DA NATUREZA

Em muitos folhetos e livretos que são criados e cantados nas ruas e feiras de todo o Nordeste do país repentistas também defendem a nossa última natureza e priorizam no Natal Jesus e não Papai Noel do consumo nestas festas no país empobrecido


A literatura do Cordel, pura cultura popular brasileira


 
Ilustração do Natal em livreto de Cordel de Rubênio Barbosa



No corre corre do dia a dia da gente, hoje aqui, no blog ligado ao movimento ecológico, científico, da cidadania e da não violência, destacamos a literatura do Cordel, ela sim com sua espontaneidade e independência de produção ou filosofia de humildade nos representa muito, mas muito mais do que a tal cultura global de consumo: nesta data, vale muito mais a espiritualidade pura ou a emoção do que o consumismo natalino, afinal, na tradição e na verdade de hoje, 21 séculos depois, a gente para vivenciar a mensagem ou o exemplo de Jesus para os seres humanos (que se tornam cada vez mais desumanos), enfocamos e ressaltamos o valor popular e cult do Natal dos nordestinos, o povo mais sofrido e também talvez por questão de sobrevivência nas secas e nas dificuldades e na busca de superar os desafios, brasileiros de grande inteligência e sensibilidade. Sendo assim, convidamos você a curtir e pesquisar a cultura do Cordel e a amar ou valorizar os nordestinos na emoção do Natal de verdade. Paz Natal para você esteja você onde estiver.


"Esse costume perverso
De destruir a floresta
Pra fazer fogueira ou pasto
Está provado, não presta,
Nem pra santo nem ninguém,
Portanto, pra nosso bem,
Vamos salvar o que resta"...

(Trecho de Viva São João! Sem Fogueira e Sem Balão, de Manoel Monteiro).

 
Manoel Monteiro e Rubênio Barbosa repentistas e poetas do Cordel da Paraiba


Manuel Monteiro que nasceu em Bezerros (Pernambuco) e vive em Campina Grande na Paraíba é um dos poetas repentistas que em vários textos se referem com propriedade e com informação exata ao Meio Ambiente. Ele teve dois dos seus livretos editados pelo MEC e adotados em escolas da rede pública. Um deles, "Salvem a fauna, salvem a flora, salvem as águas do Brasil" tem sido citado por ecologistas em países da Unidade Européia em suas pesquisas sobre a ecologia brasileira. A seguir, uma série de fotos desta luta cult e popular do povão do nordeste brasileiro, os repentistas representam com pureza todo o nosso movimento e nosso povo da natureza. 



Cordel sobre tradição judaica no Brasil

...e sobre a tradição cristã

A linguagem do povo do sertão

Foi feito e faz sucesso livreto sobre a história da Literatura de Cordel

Vários repentistas vão à luta pela ecologia do meio ambiente

Trump não escapou de críticas dos repentistas do Nordeste


 
Fontes: www.overmundo.com.br
             folhaverdenews.blogspot.com

8 comentários:

  1. Depois aqui nesta seção, comentários e mais informações sobre a Literatura do Cordel, tanto nos livretos ou folhetos sobre Natal e Jesus, como também em lutas e campanhas pela ecologia, no nordeste do país, onde essa luta é de urgência e de sobrevivência, luta pela vida.


    ResponderExcluir
  2. Você pode colocar aqui a sua mensagem ou então enviar pro e-mail da redação do nosso blog do movimento da ecologia, da cidadania, da ciência e da não violência navepad@netsite.com.br


    ResponderExcluir
  3. Fotos, vídeos, material de informação ou mesmo apenas o seu comentário pode enviar também direto pro e-mail do ecologista nosso editor de conteúdo padinhafranca603@gmail.com


    ResponderExcluir
  4. "Conheci na Alemanha, região de Berlim, pesquisador que tem feito estudo sobre Cordel e repentistas, comparando com o Rap da atualidade, depois te envio alguma informação": comentário de Antônio Alves Pereira, de São Luís (Maranhão), que atualmente está também na Paraíba, assim como o cordelista Manoel Monteiro.


    ResponderExcluir
  5. "Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a perpetuação do folclore brasileiro e até da alma brasileira da nossa terra, nossa gente": comentário de Mariana Alves Penna, de Fortaleza, Ceará, pesquisadora.


    ResponderExcluir
  6. "Curti essa página porque diferente de tudo que vejo por aí, nem me dava conta dos poetas repentistas do Cordel": comentário de Luciana Matos, de Belo Horizonte (MG), executiva de empresa de tecnologia.


    ResponderExcluir
  7. "A gente passa por esta página como um turista do sul por uma praia do Nordeste": comentário ainda de Luciana Matos, de BH, que completa a sua mensagem dizendo que detesta TV, shoppings, gostaria de viver no mato que nem índia".


    ResponderExcluir
  8. "No céu a estrela viu
    O Menino que nasceu
    Era Deus pequenininho
    Era um Deus menor que eu

    No céu a estrela riu
    E o segredo entendeu
    Era o Amor maior do mundo
    Era o Amor que me escolheu":
    comentário em forma de poesia de Amauana de Pádua Rosa Barbosa, advogada de Franca que mora em Jundiaí (SP).

    ResponderExcluir

Translation

translation