sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

A GÉLIDA GROELÂNDIA ESTÁ PARA MODIFICAR O AMBIENTE DA QUENTE BELÉM: O PARÁ VAI VIRAR MAR?

Belém do Pará está na rota de inundação de geleiras do Polo Norte e Groelândia segundo pesquisa da NASA: estudos foram feitos através de computação reversa e mapeamento geotérmico avançado em Laboratório de Propulsão a Jato

 

Belém do Pará e da Amazônia poderá desaparecer do mapa?

 Estudos feitos pela NASA estão alertando sobre grandes mudanças
Todos sabemos que a Amazônia é cercada por rios e florestas, mas você já tinha a informação confirmada agora que as águas na região de Belém podem subir de forma avassaladora em um futuro não tão distante? Já existe um dito popular  de que o Pará vai virar mar e o sertão deserto...Segundo informação divulgada pela Agência Especial Americana (NASA), o derretimento de geleiras nos Polos Sul, Norte e Groenlândia, aumentará o nível dos oceanos em seis metros e mais de 290 cidades litorâneas do planeta serão afetadas. Entre elas está a cidade de Belém, capital do Pará, Amazônia. A gente resume aqui dados levantados pelo Portal Amazônia. Por exemplo, entrevistou sobre esta possibilidade o oceanógrafo, engenheiro ambiental e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), David Zee: ele revelou que sim, existe grande chance deste fato extraordinário vir a acontecer  num futuro próximo, a Amazônia sofrer com uma catástrofe causada pelas mudanças do clima e do ambiente: "Isso infelizmente é verdade, pode ser assustadora, mas é bem real, por estar perto do Equador, o estado do Pará deverá ser um dos lugares afetados, além do Rio de Janeiro e de Pernambuco que também sofrerão grandes modificações geoambientais e climáticas, embora não exista uma data precisa para isso acontecer, o alerta dos cientistas já deveria nos levar a medidas de prevenção e de proteção da natureza e da população".
 
O degelo polar na Groelândia mudará a Amazônia?...

A fauna do litoral da Amazônia sobreviverá?...

  A imprecisão de data é um dos maiores problemas ou desafios. Segundo David Zee, não existe uma data especifica para a catástrofe acontecer, pode ser em 100 anos ou em poucas semanas. "O grande problema que as pessoas não percebe é que existe uma elevação média, por exemplo, em 100 anos o nível da água vai aumentar 70 centímetros, mas existem as flutuações de curtos períodos, um tipo de anomalia. E, algumas cidades não estão preparadas de nenhuma forma para sofrer uma variação tão rápida. Infelizmente não tem como prever a data mas sim os efeitos do fenômeno detectado pela NASA".

 São ecossistemas inteiramente diferentes entre si...

...mas que poderão vir a ser modificados radicalmente
Na pesquisa feita pela Agência Espacial Americana, o aumento das águas não acontecerão de forma uniforme. Na simulação em laboratório, se as geleiras da Groenlândia derreterem, o nível das águas subirá seis metros. É tipo uma bacia de água com gelo, assim que a parte sólida derrete, o nível de água sobe. Com o movimento da terra, esse fator pode ser diferente em lugares diferentes, mas de toda maneira trará apenas prejuízos para o ecossistema do lugar, no caso a região de Belém no Pará. Só mais um dado, os estudos da NASA foram feitos a partir de computação reversa e mapeamento geotérmico pelo Laboratório de Propulsão a Jato da NASA (JetLab) com a mais alta tecnologia neste setor.


O degelo mudará ecossistemas também na Groelândia...

...e a população e a natureza da Amazônia poderão mudar...


Fontes: www.portalamazonia.com
             www.folhaverdenews.com

4 comentários:

  1. Depois, nova edição desta seção, mostraremos aqui mais informações e comentários sobre estas mudanças radicais de clima e ambiente na Groelândia e na Amazônia, hoje tão distantes entre si nas suas realidades. Aguarde nova edição, venha conferir.

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  4. "Uma postagem superinteressante e mais do que preocupante, creio que cientistas brasileiros deveriam fazer pesquisas bem detalhadas sobre este estudo da NASA, para preparar a região do Pará, tanto a natureza como a população, para estas grandes mudanças que sem nenhuma medida virão a ser uma megatragédia": comentário de Rubens Villa, engenheiro ambiental espanhol que está em São Paulo há 2 anos, pesquisando clima.

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