segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

MAIS UMA VEZ TRUMP SE MOSTRA INIMIGO PÚBLICO Nº 1 DA PAZ NO PLANETA E DO MEIO AMBIENTE TAMBÉM DENTRO DOS ESTADOS UNIDOS


Trump além de reacender violência no Oriente acaba de ordenar a maior redução de reservas naturais na história dos States

 

Donald Trump complica para o meio ambiente e a paz



Nicolás Alonso (El Pais) divulga em 1ª mão que agora o Presidente dos Estados Unidos vai permitir atividades como extração de gás, petróleo, mineração e exploração de madeira em reservas da natureza: ele assinou hoje em Utah a maior redução de reservas federais na história do país. A lei afetará em especial duas terras do estado americano, liberando  por volta de dois milhões de hectares para atividades de empresas privadas. Com essa medida Trump continua com o desmonte da proteção de recursos ecológicos que poderão vir a ser fatais para e equilíbrio do clima, do ambiente e da saúde da população norteamericana. No exterior, Donald Trump não deixa por menos e reacende o conflito entre judeus e palestinos que se afastam da paz, enfim, uma política desastrosa no seu país e em nosso planeta.


Há 7 meses já se podiam antever os problemas da paz no Oriente Médio








Donald Trump reaquece conflito de 70 anos





"Os dois conversaram em particular por aproximadamente 30 minutos, com ajuda de tradutores.Papa Francisco ofereceu ao presidente uma pequena escultura de uma oliveira e disse, por meio do tradutor, que o objeto simboliza a paz: “É o meu desejo que você se torne uma oliveira para construir a paz”, disse o Papa, falando em espanhol. Trump respondeu: “Nós podemos usar a paz”. O líder da Igreja Católica também deu a Trump uma cópia assinada de sua mensagem de paz de 2017 cujo título é “A não violência: estilo de uma política para a paz”, e uma cópia de sua encíclica de 2015 sobre a necessidade de se proteger o meio ambiente dos efeitos das mudanças climáticas.“Irei ler”, disse Trump" Este resumo de uma notícia da agência Reuters já havia levado os analistas de política internacional a temer pelo pior, Donald Trump já se mostrava determinado e inflexível em cumprir seus explosivas metas como candidato, o encontro no Vaticano 


 Em Utah outra decisão explosiva (para a ecologia americana)


Agora em Utah  agressão a recursos naturais do povo americano


85% da reserva natural de Bears Ears estará comprometida


“Alguns acham que os recursos naturais de Utah deveriam ser controlados por uns poucos burocratas de longe, em Washington. E querem saber? Estão equivocados”, disse o Presidente ostentando ter tomado uma decisão inteligente em  discurso onde anunciou que 85% da Reserva Nacional Bears Ears e metade da Grand Staircase-Escalante deixarão de ser propriedade federal: "Alcançaremos um novo futuro de maravilhas e riqueza”, afirmou Trump em Salt Lake City sem levar em conta críticas de técnicos, de cientistas e de ecologistas. À medida escancara as portas à exploração das unidades de proteção por meio de atividades como a extração de petróleo e gás, a mineração e a exploração de madeira. Oficialmente, o argumento é que elva vai fomentar a construção civil e o desenvolvimento comercial. Em abril, o presidente já havia assinado uma ordem para levantar o veto dessas explorações em áreas federais. A reserva de Bears Ears foi designado sob proteção federal em 2016 pelo então presidente Barack Obama. O Grand Staircase-Escalante estava protegido desde 1996.
 
 
 
 
(Acompanhe na seção de comentários mais informações sobre decisão antiecológica em Utah e também sobre a questão judeus versus palestinos em Jerusalém pondo lenha no fogo do Oriente Médio) 


Decisão em Utah compromete recursos vitais ao futuro dos americanos


Fontes: El Pais - Reuters - AP
             www.folhaverdenews.com

8 comentários:

  1. O presidente Donald Trump confirmou hoje a redução de duas reservas nacionais no estado de Utah para menos da metade de suas terras públicas nos Estados Unidos. Ele recebeu elogios somente de legisladores "desevolvimentistas" (progresso a qualquer custo) e ameaças de ações judiciais de cientistas e de grupos indígenas e ambientalistas.

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  2. Ao contrário dos parques nacionais, que só podem ser criados e reduzidos por um ato no Congresso dos Estados Unidos, os monumentos, mesmo que muitas vezes sejam também reservas, podem ser designados unilateralmente por presidentes por meio da Lei das Antiguidades, que protege locais sagrados, artefatos e objetos históricos. Trump disse que os ex-presidentes abusaram da Lei das Antiguidades e colocaram grandes extensões de terra na categoria de preservação de forma desnecessária. Ele defende perfuração, mineração, pastagem, criação de estradas e outras atividades como um plano para aumentar a produção de energia dos Estados Unidos.

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  3. "Aparentemente, Trump está procurando mostrar que tem decisão e poder para retroceder medidas de proteção de presidentes anteriores, posa como decidido e inteligente, favorece grandes empresas de exploração e prejudica reservas de recursos naturais que podem vir a ser vitais para o futuro dos Estados Unidos": comentário de cientista na agência de notícias AP analisando a decisão em Utah.

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  6. "Papa Francisco e lideranças da Unidade Europeia criticaram muito os Estados Unidos por formalizar Jerusalém como capital de Israel e não Tel Aviv, fato que vai aumentar a tensão entre judeus e palestinos que já ia se encaminhando para solução pacífica": comentário de Jonas Silveira, assessor de mercado econômico em empresas no Brasil.

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  7. "Trump afirmou que a "decisão histórica" daria à região de Utah os direitos para proteger seus recursos em vez de seguir as ordens de Washington, no entanto, os críticos da decisão disseram que a diminuição dos monumentos naturais é ruim para as economias locais que dependem do turismo e da proteção ambiental as reservas poderão ser usadas por empresas mineradoras para perfuração e outras formas de exploração não sustentáveis": comentário de Maria Helena Passos, ecologista, formada em Biologia na USP e atuando em BH, Minas Gerais, que nos envia informações sobre os recursos naturais destas reservas agora abertas a empresas.

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  8. "A moeda tem sempre dois lados e no caso de Trump ter nomeado Jerusalém como capital de Israel, o que gera protestos dos Palestinos, quebra acordos que já são históricos, já provocou uma nova "intifada" e acabo de ver na web ministro do Irã afirmando que essa situação vai acabar por destruir o estado israelita": comentário de José Roberto Ribeiro, professor de Geografia pela Unesp de Araraquara.

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