sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

EM TODO LUGAR DO PLANETA TAMBÉM EM NOSSO PAÍS E AQUI NA REGIÃO UMA ÉPOCA DE DESEQUILÍBRIO DO CLIMA, DO AMBIENTE E POR CONSEQUÊNCIA TAMBÉM DAS PESSOAS

Nos últimos meses a temperatura média chegou 1,1 grau Celsius superior à da época pré-industrial e por outro lado nevou até mesmo no deserto do Saara: em todo lugar o aumento de doenças e dos índices de violência dimensionam a necessidade urgente da gente mudar e avançar nossa forma de viver antes que seja o caos, mas o alerta dos cientistas clama no deserto, poucos escutam, envolvidos no dia a dia





Estudos feitos agora do clima terrestre preocupam cientistas



O que acontecer com a Terra, acontecerá com o ser humano



Organização Meteorológica Mundial analisou dados e confirmou que 2017 foi um dos três anos mais quentes em conjunto com 2016 e 2015 desde que os registros começaram em 1880 e a tendência em 2018 é agravar a situação. A análise da instituição mostra que a temperatura média na superfície do planeta no ano passado foi 1,1 grau Celsius superior à do período entre 1880-1900, considerado pré-industrial. Este tipo de informação está também sendo debatido no jornal e site da Espanha El Pais: "A tendência da temperatura a longo prazo é muito mais importante do que a classificação dos anos individualmente, com um detalhe preocupante, a tendência é ascendente", comentou o especialista finlandês Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial. Dezessete dos 18 anos mais quentes foram registrados durante este século, e o grau de aquecimento nos últimos três anos foi excepcional. Por exemplo, o aquecimento do oceano Ártico tem sido especialmente pronunciado, deverá ter impactos profundos e duradouros no nível do mar e nos padrões do clima também em outras partes do mundo. Ainda dentro do seu alerta, o meteorologista Petteri Taalas confirmou também que antes mesmo de checar os dados, intuitivamente já havia alertado em dezembro que as temperaturas no Ártico tem aumentado demais. Agora, com o levantamento isso se confirma, o calor por ali subiu duas vezes mais e acima do ritmo da temperatura global. "Com certeza, um péssimo sinal", comentou Taalas.





A realidade do clima e do ambiente agora imita a ficção do filme Mad Max





Este levantamento meteorológico planetário ano a ano destaca que 2016 foi especialmente quente por causa do impacto do El Niño, um fenômeno cíclico natural relacionado ao aumento das temperaturas na parte leste do Pacífico tropical. Sem o El Niño, 2017 foi o ano mais quente. No ano passado, aliás, ocorreu o fenômeno oposto, o La Niña, que esfria os termômetros. Apesar de tudo, 2017 empata com 2015 como o ano mais quente, depois do recorde maior há 2 anos. 2018 segue nesse mesmo ritmo de aquecimento anormal e cada vez mais crescente. Mas há um pormenor que os técnicos em clima explicam: as temperaturas apenas contam uma pequena parte da história. O aquecimento em 2017 foi acompanhado por um clima extremo em muitos países do mundo. Os Estados Unidos experimentaram seu ano mais difícil em termos meteorológicos e de desastres climáticos, enquanto outros países viram seu desenvolvimento desacelerado ou revertido por ciclones tropicais, inundações e secas, conforme as condições de cada região da Terra. Neste contexto de hoje é urgente uma gestão ambiental e climática de novo alcance e sustentável, equilibrando os interesses econômicos com os ecológicos.
A violência dos desastre naturais nos Estados Unidos ilustra o estudo

"Os resultados globais se relacionam com o que estamos observando na Espanha, onde 2017 foi o ano mais quente desde que a série de pesquisas começou em 1965", afirma Rubén del Campo, da Agência Estatal de Meteorologia. A temperatura média global em 2017 foi 0,46 grau acima da média para o período 1981-2010. Na Espanha, esse aumento disparou em até 1,1 grau, alerta Del Campo. Todos estes números são confirmados também pela Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, pelo Instituto Goddard de Pesquisas Espaciais da NASA, pelo Centro Hadley do Escritório Meteorológico do Reino Unido, pelo Serviço Meteorológico do Japão e pelo programa Copernicus  desenvolvido pelo Centro Europeu de Previsão Meteorológica de Médio Prazo. Todas esta série atual de informações levam cientistas a considerarem que as alterações do clima e do ambiente agora estão entre as maiores ameaças já enfrentadas pelos terráqueos em geral. O pior é que poucos acreditam ou dão à devida atenção aos cientistas, que assim como os antigos profetas, clamam no deserto.


Cientistas clamam no deserto e até o Saara neva...

(O QUE ACONTECER COM A TERRA ACONTECERÁ COM A GENTE)

Confira na seção de comentários deste blog da ecologia outros detalhes e consequências que pode gerar essa realidade geoambiental na atualidade da nossa vida, não são apenas os animais mamíferos que estão mais ameaçados de extinção agora...


Tufões, ciclones tropicais, inundações ou secas mostram os sintomas de desequilíbrio


Fontes: brasil.elpais.com
            folhaverdenews.blogspot.com

7 comentários:

  1. A Organização Meteorológica Mundial analisa os dados apresentados ano a ano pelo clima e pelo ambiente em vários locais do planeta: o que devemos também diante destes dados observar são as mudanças de comportamento e desequilíbrios que esta realidade causa nas pessoas, a crescente violência de variadas formas sinaliza isso também, o que acontecer com a Terra acontece com a gente.

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  2. Logo mais, aqui nesta seção, estaremos divulgando mais dados e análises desta situação que tem um conteúdo não só meteorológico. Você pode participar com sua informação ou a sua opinião, que pode colocar aqui, se preferir, mande sua mensagem pro e-mail da redação do nosso blog que aí postamos para você, neste caso, mande então para navepad@netsite.com.br

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  3. Vídeo, fotos, material de informação você pode enviar também diretamente pro e-mail do nosso editor de conteúdo aqui deste blog de ecologia, mande então para padinhafranca603%gmail.com

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  4. "Creio que o interesse maior dos governos em todos os países deveria ser restaurar a ecologia e o equilíbrio da vida, aqui no país da natureza, mais ainda, diante de tudo que vem acontecendo": comentário de Raul Moreira, de Vitória, Espírito Santo, que nos envia fotos do porto, do Rio Doce e do arquipélago de Abrolhos. Agradecemos e vamos usar.

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  5. "As mudanças climáticas são a maior ameaça para a saúde do século 21. Nas grandes cidades do planeta, as inundações severas se duplicarão até em 2050 enquanto 4 bilhões de pessoas sofrerão com problemas de acesso a água. Nessa data, dobrará o número de mortes decorrentes do ar poluído em boa parte dos países em desenvolvimento. As populações urbanas expostas aos furacões chegarão a 680 milhões de pessoas. Mais de 1 bilhão de pessoas padecerá com as ondas de calor (hoje já são 175 milhões), sendo particularmente letais para crianças pequenas e idosos, que constituirão grande parte da população em alguns países": comentário extraído do relatório da The Lancet e Nações Unidas.

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  6. "As mudanças climátcias e ambioentais, assim como também um desastre nuclear são grandes ameaças à nossa espécie de vida neste século": comentário de Michael Rampino no livro Global Catastrophic Risks (Riscos Catastróficos Globais).

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  7. "A violência do clima e do ambiente anda desestabilizando a psicologia das pessoas e da natureza, espero que não fiquem mais violentos do que já estão": comentário de Odair Marcondes, de São Paulo, é do Ceará e trabalha com hotelaria e turismo.

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