sexta-feira, 21 de setembro de 2018

O QUE PRESIDENCIÁVEIS PLANEJAM FAZER PARA EVITAR O CAOS DO CLIMA OU DO MEIO AMBIENTE E O QUE PENSAM DE PROBLEMAS QUE PODEM AFETAR TAMBÉM A SAÚDE DA POPULAÇÃO?

O site Observatório do Clima (OC) investigou os planos de governo dos presidenciáveis e a maioria apenas "promete vagamente" combater o desmatamento e alguns nem falam como vão implantar as energias limpas que são urgentes ou nem citam a falta de uma gestão ambiental no Brasil que vem tornando a realidade brasileira insustentável: confira a seguir um resumo das propostas de algumas das candidaturas a Presidente do Brasil para você ter uma ideia do que nos espera a partir de 2019

Pelas propostas ambientais você pode definir o seu voto



O trabalho foi realizado  pela jornalista Andrea Vialli para OC e para informação do eleitor sobre estes temas que estão entre os mais importantes da atualidade brasileira: "De um lado, promessas de desmatamento zero, reforma fiscal verde, cumprimento do Acordo de Paris e reconhecimento dos direitos da natureza na Constituição. De outro, propostas como acomodar o meio ambiente na pasta dedicada à agropecuária além também de acelerar as licenças ambientais. Quando o tema é meio ambiente e clima, os programas dos sete dos  principais candidatos à Presidência da República em 2018 são heterogêneos. O Observatório do Clima mapeou as propostas para o tema nos planos de governo de sete candidatos a presidente e produziu um resumo de como cada um destes sete se posiciona". Para saber como alguns dos principais presidenciáveis lidam com o tema ou como enfocam a ampla questão ambiental resumimos aqui propostas para o clima nos programas de governo protocolados na Justiça Eleitoral por Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Jair Bolsonaro (PSL) João Amoêdo (NOVO), Lula/Fernando Haddad (PT) e Marina Silva (Rede - PV), os que atenderam o pedido e então forneceram os seus planos de governo para a matéria investigativa e o levantamento da repórter Andrea Vialli, do site OC. Agradecemos estas informações que são agora da maior importância para os eleitores e a seguir um resumo do que planejam e pensam estes sete presidenciáveis no setor socioambiental, conteúdo prioritário do nosso blog Folha Verde News, ligado ao movimento ecológico, científico e de cidadania. Analise as informações e divulgue este post entre seus amigos, amigas ou familiares antes de votar, o que talvez seja o momento de maior importância na sua vida agora em 2018.


Fontes: observatoriodoclima.com.br
              folhaverdenews.blogspot.com

CIRO GOMES
Clima
·         Colocar em operação ações para implementar as metas climáticas, de redução da emissão dos gases de estufa até 2020, definidas pelo Acordo de Paris
·         Articular com outros países para o cumprimento das metas do Acordo de Paris
·         Desenhar modelo de precificação da poluição (definição de formas de taxação para quem polui ou aprimoramento do mercado de certificados de emissão de carbono), com a criação de mecanismos de compensação financeira para atividades de impacto
·         Desenvolver um sistema com informações sobre a emissão de carbono no país, por emissor

Energia
·         Estimular adoção de energias renováveis como biocombustíveis, biomassa, hidráulica, solar e  eólica, por meio de políticas públicas
·         Promover a coordenação entre os atuais sistemas e linhas de financiamento destinadas à pesquisa ambiental e de sustentabilidade, incluindo a área de energia
·         Petróleo: recomprar todos os campos de petróleo brasileiros vendidos ao exterior após a Lei da Partilha, pagando indenizações

Desmatamento
·         Desenhar estratégia para redução do desmatamento
·         Implementar as Unidades de Conservação (UCs) já criadas no Brasil com as devidas indenizações e/ou reassentamentos
·         Elaborar plano de formação de arranjos produtivos locais no entorno dessas unidades, voltados para a prestação de serviços às mesmas, bem como o desenvolvimento do turismo sustentável
·         Criar concessões à iniciativa privada de áreas e equipamentos de uso público para exploração econômica de serviços permitidos em UCs
·         Apoiar gestão das associações produtivas das comunidades da floresta e a implantação da infraestrutura necessária ao desenvolvimento das cadeias produtivas

Agricultura
·         Ordenar uso e ocupação das terras no Brasil, destinando áreas a sistemas produtivos em regiões já modificadas pela ação humana
·         Compatibilizar as agendas Marrom (Política Nacional de Meio Ambiente), Verde (Novo Código Florestal) e Azul (Política Nacional de Recursos Hídricos)
·         Desenvolver defensivos agrícolas específicos para as nossas culturas, de menor conteúdo tóxico para pessoas e o meio ambiente; incentivar a adoção de sistemas de controle alternativos na agricultura
                                              GERALDO ALCKMIN

Clima
·        Perseguir “com afinco” as metas assumidas no Acordo de Paris
·        Usar os ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) como referência no relacionamento externo brasileiro

Energia
·         Priorizar políticas que permitam às regiões Norte e Nordeste desenvolver suas potencialidades em áreas como energias renováveis, turismo, indústria, agricultura e economia criativa

Desmatamento
·        Nada consta

Agricultura
·         Reforçar a liderança do Brasil na agricultura pela transformação do Plano Safra em um plano plurianual para dar previsibilidade às regras da política agrícola
·         Garantir a paz e a segurança agrícola no campo

                                             GUILHERME BOULOS

Clima
·         Honrar os compromissos assumidos no Acordo de Paris: reduzir suas emissões de gases de efeito estufa e restaurar 120 mil km² de florestas até 2030
·         Reconhecer os “direitos da natureza” na Constituição, como foi feito por países como Equador e Bolívia

Energia
·         Superar o uso dos combustíveis fósseis e realizar a transição para energias renováveis de baixo carbono (como a eólica e a solar), proibir o fraturamento hidráulico do gás de xisto, que tem alto impacto ambiental
·        Transportes: modernizar o setor, priorizar o transporte coletivo e sob trilhos (para carga e passageiros); reverter a cultura do automóvel nas grandes cidades
·         Estimular o carro elétrico e reduzir a demanda de petróleo
·         Usinas nucleares: manter as Usinas Angra 1 e 2 em operação até o fim de sua vida útil; suspender as obras e rediscutir com a sociedade civil a continuidade do projeto de Angra 3
·         Usinas hidrelétricas: suspender as construções de novas usinas
·         Pré-sal: reverter toda a legislação de privatização da exploração do petróleo e da Petrobras
·         Transformar a Petrobras de uma empresa de petróleo em uma empresa de energia pública “democraticamente gerida”, com um setor voltado para desenvolver energias renováveis

Desmatamento
·         Zerar o desmatamento em todos os biomas em uma década: para isso, será preciso estabelecer meta para restaurar florestas com espécies nativas
·         Estabelecer política de estímulo ao aumento da produtividade agrícola nas áreas já desmatadas
·         Promover aumento da eficácia na fiscalização da atividade agropecuária e grilagem de terra; confiscar bens associados a crimes ambientais
·         Criar novas áreas protegidas
·         Usar a tributação para o estímulo à conservação, com o combate à sonegação do imposto territorial rural (ITR)

Agricultura
·         Criar incentivos financeiros para aumentar a produtividade e alterar a matriz produtiva agropecuária
·         Fomentar a agricultura de alimentos saudáveis, priorizando vegetais, “voltada para a segurança alimentar do povo brasileiro”
·         Limitar a produção de commodities para exportações 
                                                JAIR BOLSONARO

Clima
·         Nada consta; candidato afirmou à imprensa que pretende retirar o Brasil do Acordo de Paris, por ele representar “ameaça à soberania nacional”

Energia
·         Desenvolver o potencial do Nordeste em fontes renováveis: solar e eólica; expandir a produção de energia e toda a cadeia relacionada, como produção, instalação e manutenção de painéis fotovoltaicos
·         Realizar o licenciamento ambiental de PCHs (pequenas centrais hidrelétricas) no prazo máximo de três meses
·         Aumentar o papel do gás natural na matriz elétrica nacional

Desmatamento
·         Nada consta

Agricultura
·         Criar uma nova estrutura federal agropecuária, responsável por: política e economia agrícola (inclui comércio); recursos naturais e meio ambiente rural; defesa agropecuária e segurança alimentar; pesca e piscicultura; desenvolvimento rural sustentável; inovação tecnológica

                                                  JOÃO AMOÊDO

Clima
·        Nada consta

Energia
·         Ampliação da energia renovável na matriz energética
·         Dar fim aos subsídios à energia não renovável, como gasolina e diesel

Desmatamento
·        Eliminar o desmatamento ilegal
·        Reduzir definitivamente o desmatamento ilegal na Amazônia Legal, com mais tecnologia e fiscalização

Agricultura
·         Aplicar o Código Florestal
·         Avançar no Cadastro Ambiental Rural e promover mais cooperação entre órgãos envolvidos

                                                     FERNANDO HADDAD

Clima
·       Introduzir agenda estratégica de transição ecológica, que colocará as políticas ambientais, territoriais, regionais, produtivas, tecnológicas, científicas e educacionais como aliadas
·        Realizar uma reforma fiscal verde, com aumento progressivo do custo da poluição e prêmio à inovação de baixo carbono;
·        Desonerar investimentos “verdes” (isenção de IPI, dedução de tributos embutidos em bens de capital e recuperação imediata de ICMS e PIS/COFINS), reduzindo o custo tributário do investimento verde em 46,5%
·        Sem elevar a carga tributária, criar um tributo sobre carbono, que já foi adotado em vários países para aumentar o custo das emissões de gases de efeito estufa
·        Apoiar e incentivar os estados e municípios a adotarem uma política de gestão ambiental urbana que proporcione redução do consumo de energia, da emissão de poluentes que afetam a qualidade do ar, solo e água e de gases de efeito estufa

Energia
·        Construir um modelo energético que terá como diretrizes: 1) a retomada do controle público, interrompendo as privatizações; 2) ampliação dos investimentos para expandir a geração com energias renováveis (solar, eólica  e biomassa); 3) tarifas justas; e 4) participação social
·        Retomar o papel estratégico da Eletrobrás e da Petrobras
·        Instalar kits fotovoltaicas em 500 mil residências por ano
·        Impulsionar a micro e mini geração de energia renovável pela possibilidade de venda do excedente de energia produzido por residências e empresas
·         Modernizar o sistema elétrico existente: usinas geradoras, substituição de combustíveis líquidos e carvão por gás natural e biocombustível, incorporação das tecnologias de futuro nas redes de transmissão (smart grid)
·        Perseguir o aumento da eficiência energética
·        Fortalecer o Programa Reluz e estender o Programa Luz para Todos para localidades isoladas na Amazônia
·        Retomar investimentos em infraestrutura de transporte limpa, com diversificação dos meios de transporte, incluindo ferrovias, hidrovias e meios menos poluentes

Desmatamento
·         Assumir compromisso com a taxa de desmatamento líquido zero até 2022 e com o fim da expansão da fronteira agropecuária
·         Fiscalizar o cumprimento do Código Florestal, incluindo o Cadastramento Ambiental Rural
·         Fortalecer a proteção das unidades de conservação e dos demais bens da natureza
·         Aperfeiçoar os mecanismos de governança em relação à Amazônia, por meio do diálogo federativo e participação social nos processos decisórios

Agricultura
·         Criar instrumentos que valorizem a produção e a comercialização de produtos agropecuários de forma sustentável; promover a valoração econômica da preservação de recursos naturais nas propriedades rurais
·         Utilizar, para a expansão da produção agropecuária, os mais de 240 milhões de hectares já abertos para agricultura e pastagens
·         Implementar o Código Florestal com prazos, “sem mais prorrogações ou atrasos”
·         Promover uma nova geração de políticas e programas voltados à questão agrária, agricultura familiar e agroecologia no Brasil, com reforma no ambiente institucional.
·         Desenvolver, em parceria com organizações públicas, universidades e sociedade civil projetos estratégicos para os assentamentos rurais

                                                        MARINA SILVA

Clima
·         Alinhar políticas públicas (econômica, fiscal, industrial, energética, agrícola, pecuária, florestal, da gestão de resíduos e de infraestrutura) aos objetivos do Acordo de Paris
·        Cumprir os compromissos assumidos pelo Brasil com uma estratégia de longo prazo de descarbonizarão da economia, com emissão líquida zero de gases de efeito estufa até 2050
·        Descarboninzar a estrutura tributária: no curto prazo, aperfeiçoar a contribuição de intervenção no domínio econômico (CIDE, tributo que incide sobre combustíveis), com um adicional segundo a intensidade de carbono
·        No médio prazo, incorporar uma taxa de carbono ao sistema tributário nacional, no contexto de uma ampla reforma tributária
·        Implementar o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões e outros mecanismos para introduzir a precificação das emissões de gases de efeito estufa
·         Promover desenvolvimento urbano que inclua a redução de gases de efeito esfufa entre as prioridades
·         Apoiar os municípios a implementar planos de contingência e monitoramento de extremos climáticos para a prevenção e mitigação dos impactos

Energia

·         Mobilidade urbana: desenvolver políticas que estimulem modais com baixa emissão de poluentes, geração de energia limpa, renovável e com eficiência energética; substituir veículos movidos a combustíveis fósseis pelos elétricos e movidos a biocombustíveis
·         Eletrobrás: privatização será analisada no contexto da política energética nacional; deverá modernizar suas estratégias a fim de incorporar energias renováveis
·         Petrobras: assumirá papel de liderança nos investimentos em energias limpas
·         Potencializar a eficiência energética, por meio do estímulo regulatório com incentivos e metas em todas as etapas: geração, transmissão e distribuição até os consumidores
·         Massificar a instalação de unidades de geração de energia solar fotovoltaica distribuída nas cidades e comunidades vulneráveis: meta é 1,5 milhão de telhados solares fotovoltaicos de pequeno e médio porte até 2022, representando 3,5 GW de potência operacional
·        Renovabio: implementar o programa de biocombustíveis, que deverá criar 1,4 milhão de empregos até 2030

Desmatamento

·        Atingir o desmatamento zero no Brasil, no menor prazo possível, com data limite em 2030
·        Valorizar a floresta em pé, com o desenvolvimento de uma economia florestal e das comunidades tradicionais vinculadas à sua utilização e conservação
·         Ampliar o sistema de monitoramento de desmatamento, degradação e mudanças na cobertura do solo
·        Recuperar 12 milhões de hectares de florestas nativas até 2030, como manda o Acordo de Paris e gerar empregos nessa atividade

Agricultura

·        Ampliar práticas de agricultura de baixo carbono nos Planos Safra anuais, com redução da burocracia e estabelecendo atrativos para adesão ao sistema
·        Desenvolver programas de compensação financeira que beneficiem comunidades tradicionais e agricultores familiares pela conservação da biodiversidade e ecossistemas




 Vote para mudar e avançar o país através duma gestão ambiental





8 comentários:

  1. "Mau sinal de dos 13 candidatos e candidatas apenas sete abriram o seu plano de governo na área ambiental conforme solicitou o site Observatório do Clima, na verdade, a maior parte nem tem projeto de fato pro Brasil, pensam só em si mesmos e nos seus partidos ou grupos de poder": comentário de José Luís Pereira Matos, do Rio de Janeiro, exportador.

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  2. "Vejo que em geral nossos políticos estão desatualizados ou mal informados, o meio ambiente é hoje um fator decisivo para o desenvolvimento, tanto quanto a economia, basta ver as metas dos governos dos países do 1º Mundo, por aqui, a maioria nem fala nem sabe o que é desenvolvimento sustentável, uma tragédia cultural": comentário de Dorival Fernandes, engenheiro florestal pela USP.

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  3. Você pode por aqui a sua opinião ou se preferir ou precisar envie por mensagem pro e-mail da redação deste nosso blog que aí postamos aqui para você: mande seu comentário para navepad@netsite.com.br

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  4. Vídeos, fotos, material de informação, sugestão de matérias, críticas, você pode mandar o seu conteúdo também direto pro e-mail do nosso editor: padinhafranca603@gmail.com

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  5. "Acompanhei o debate de ontem pela rede de rádios e TVs ligados à Igreja Católica e que foi em Aparecida, teve alguns poucos momentos mais expressivos ou polêmicos, quase não se falou em meio ambiente infelizmente. Através do noticiário do site Terra estou mandando para vocês um resumo": comentário de Maria Laura Abrão, de Sorocaba (SP), professora de História na rede pública, formada pela Unesp. A seguir, o resumo dela para a gente, agradecemos, paz na luta.

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  6. "Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede - PV) fizeram uma "dobradinha" no debate em Aparecida (SP) para atacar o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), ausente no programa e internado no Albert Einstein em São Paulo. Meirelles e Marina criticaram a proposta do assessor econômico de Jair Bolsonaro, Paulo Guedes, de criar um imposto semelhante à extinta CPMF. "Sou contra a reedição da CPMF porque foi usada de forma pervertida", disse Marina, que retomou as críticas contra Bolsonaro classificando a proposta e a visão do candidato do PSL como "nefasta". Já o economista do MDB por sua vez que o imposto é um "exemplo do que não pode ser feito" na economia. "Isso é perigoso, é grave, e a população precisa ser alertada por isso". (Continua o comentário).

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  7. "Realmente, não se pode criar novos impostos que prejudiquem os mais pobres", comentou a professora Maria Laura, nos enviando outros trechos do debate da Rádio Aparecida.
    "Fernando Haddad (PT) defendeu estabelecer um Imposto de Valor Agregado (IVA) para permitir que consumidores paguem menos impostos e cobrar alíquotas de lucros, dividendos e heranças, mas não escapou de críticas de Ciro Gomes (PDT): "Por que o povo deve acreditar nessa proposta na sua possível gestão se o seu partido, os senhores estiveram no poder durante 14 anos?" questionou Ciro: "Outra coisa, o PSDB também não poe falar nada, ficou 28 anos no poder em São Paulo e o que fez de expressivo? Geraldo Alckminn (PSDB) pediu direito de resposta e procurou se justificar".

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  8. "Urgente mudar a estrutura eleitoral brasileira (pesquisas, horário eleitoral, partidos etc) para que as eleições venham a representar a opinião pública de verdade e possam ajudar na solução dos problemas que hoje sofre a população em todas as regiões e em todos os setores da realidade no Brasil. Quase todas as pesquisas pagas e encomendadas, na prática estão manipulando a eleição, enfraquecendo a sua cidadania": comentário no Facebook sobre a matéria de hoje e em especial sobre pesquisas de intenção de voto.

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