terça-feira, 30 de outubro de 2018

ESTÁ NA HORA DO BRASIL BUSCAR A NÃO VIOLÊNCIA E A PAZ (ESTA É A LUTA CULTURAL DO MOMENTO NUM PAÍS DIVIDIDO E ARMADO)

Falam que o Brasil escapou de virar uma nova Venezuela mas nesse país dividido e armado ou tendo além do mais facções criminosas mais fortes do que antes corremos o risco de vir a ser uma nova Síria?



O momento é de luta cultural pela paz


Uma das primeiras vítimas da radicalização PSL X PT



Mesma posição de jovens nos Estados Unidos....



...e em vários lugares do mundo sofrendo violência na realidade



Até no Cerrado do Brasil se levanta a voz pela ecologia e pela paz


"Donald Trump e a indústria bélica estão contentes com o possível fim da lei do desarmamento no Brasil?" Foi o que me perguntou Geraldino Pereira, de São Paulo, empresário de exportadora de alimentos ao me enviar uma postagem jornalística de Ana Beatriz Rosa no site Huffpost Brasil sobre o Dia da Não Violência, agendado mundialmente (pro nosso país também) para 30 de janeiro de 2019: sim, vamos divulgar, é o que a gente responde agora aqui do blog da gente, ligado a todo um movimento da ecologia, da cidadania, da ciência e...da não violência. Nossa webpágina em 7 anos de Internet se aproxima dos 850 mil visualizações nestes dias (medição oficial do Google) e até a virada do ano, a continuar no mesmo ritmo de comunicação, chegaremos a 1 milhão de internautas visitando nosso blog. "É pouco ou até quase nada em termos de rede mundial, porém, uma ferramenta importante de informação e de debate cultural do nosso movimento. Dentro desta perspectiva, hoje editamos aqui dois post simultâneos e que têm a ver com esta mensagem que a gente considera da hora", resume o ecologista Antônio de Pádua Silva Padinha, editor do Folha Verde News ao publicar estas duas matérias juntas, ambas têm a ver afinal com a busca da paz e de uma realidade mais feliz para a população.  



 Crescem as facções como PCC ou CV e conflitos...
...que levam mortes e sofrimento ao povão
 Agora, tem ainda os radicais da extrema direita


(Confira na seção de comentários aqui do blog mais detalhes sobre o Dia da Não Violência bem como, informações sobre Mahatma Gandhi, inspirador da luta pela cultura da vida e da paz, um movimento crescente hoje em dia, também por aqui no Brasil, agora, onde crescem facções criminosas e chances dum avanço de conflitos armados e de violência)







Crescem o PCC junto com as chances de violência armada no Brasil -  "Não à toa que o tema, em geral restrito às campanhas para governadores ou deputados e outros responsáveis diretos pela segurança nos estados, ganhou de vez a campanha presidencial. A presença do capitão da reserva Jair Bolsonaro (PSL) na disputa, com sua forte retórica populista e discurso linha-dura de enfrentamento ao crime, catapultou a pauta de vez agora que ele se transformou no Presidente do Brasil",  comenta em resumo matéria do repórter Gil Alessi, no site El Pais, um dos mais acessados na web em todo o planeta: "A maioria dos planos ou diretrizes de Governo apresentados pelos cinco principais candidatos à presidência este ano faz menção às "organizações criminosas" e ao "crime organizado" (leia abaixo). As soluções propostas pelos políticos incluem desde a criação de uma força-tarefa para combater as facções criminosas como o PCC, presídios que ironicamente são o local de nascimento e fonte de recrutamento bandidos e chamados no jargão criminoso de "faculdades do crime".



Nem crianças escapam na periferia da violência
Nem Bolsonaro escapou do clima violento 



O aumento dos crimes e da violência, segundo ainda o site El Pais, são reflexos do poder crescente dos grupos criminosos que atuam principalmente no mercado das drogas ilícitas. O problema das facções ganhou relevância nacional há um ano após o fim da aliança entre o PCC, Primeiro Comando da Capital, o maior e mais organizado grupo de São Paulo, e outro do Rio de Janeiro, o Comando Vermelho, CV. O rompimento entre as facções, que se expandiram silenciosamente para vários estados durante anos sem a devida atenção das autoridades, trouxe a reboque uma série de rebeliões e massacres em presídios, além de violência nas ruas de cidades do Norte e Nordeste. A crise evidenciou o caráter nacional da questão, e uma série de facções até então desconhecidas, como Família do Norte, que surgiu em Manaus, Okaida, de João Pessoa, e a potiguar Sindicato do Crime RN, ganharam o noticiário. Na 2ª feira, um dia após a eleição de Bolsonaro Presidente do país e de João Dória Governador do estado paulista (que os combatem com linguagem e propostas, digamos, violentas), ainda no domingo ao fim das comemorações eleitorais, um grupo armado de 50 bandidos anarquizou Ribeirão Preto (SP). Sinal do tempos?


 Armas apreendidas em ação de bandidos em Ribeirão Preto





Disputando rotas de tráfico e a supremacia nos presídios e periferias, estes grupos criados em sua maioria a partir dos anos de 2000 forjam alianças locais com CV ou PCC e fazem de suas regiões de origem a linha de frente de uma espécie de guerra envolvendo grupos criminosos por todo o país. Homicídios e facções, fenômenos que andam juntos: o próximo Presidente, governadores e políticos em geral terão pela frente o desafio de romper com este ciclo de violência que ceifa majoritariamente a vida dos jovens negros e pobres, moradores das periferias das grandes cidades de todo o Brasil. Vem se somar a este mapa da violência agora a radicalização das disputas entre a crescente extrema direita e o que resta da esquerda brasileira: não é apenas o conflito político no Congresso entre o PSL e o PT, mas a sua expansão para as ruas e o dia a dia dum país dividido e marcado pelo ódio entre este outro tipo de facções, clima de injustiça, desemprego e desespero. Nesse contexto é que vem a pergunta: o Brasil poderá virar uma guerra civil ou até uma nova Síria?. 






Aumenta por outro lado a busca da cultura da vida e da paz - Nesse contexto, contradizendo toda essa tendência de conflitos armados, jovens e sobreviventes dos anos difíceis da Ditadura Militar, estão buscando outras alternativas que fogem à onda de conflitos que se propaga por exemplo, também, nos Estados Unidos, dentro da cultura da violência, que faz parte das sociedades de consumo. É nessa realidade minada que estão estourando as bombas da paz, as mensagens do movimento popular da Não Violência, a partir da sabedoria e a experiência política e história extraordinária de  Mahatma Gandhi que pode ser resumida no seguinte slogan: forte é quem os outros vence, poderoso porém é os que vencem os próprios erros ou limites e derrotam a sua própria violência.



Gandhi indica a paz como o caminho do ser humano



ALGUMAS MENSAGENS DE GANDHI RESUMINDO A CULTURA DA PAZ



Forte é quem vence os outros mas poderoso o que derrota seus erros e seus limites ou a sua própria violência e a si mesmo: um resumo da filosofia de Mahatma Gandhi em algumas poucas mensagens de sabedoria e de paz


Violência é criada por desigualdade, a não violência pela igualdade



A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência


Não há caminho para a paz. A paz é o caminho


Há riqueza bastante no mundo para as necessidades do homem, mas não para a sua ambição 


Assim como uma gota de veneno compromete um balde inteiro, também a mentira, por menor que seja, estraga toda a nossa vida.​​​​




Em todos os países cresce a cultura da paz em meio à violência



Você não deve perder a fé na humanidade. A humanidade é um oceano. Se algumas gotas do oceano estão sujas, o oceano não se torna sujo


Temos de nos tornar a mudança que queremos ver



O amor nos ensina a ter, para a fé dos demais, o mesmo respeito que se tem pela própria


O fraco nunca perdoa, o perdão é a característica do forte



A felicidade existe quando o que você diz, pensa e faz estão em completa harmonia



No Brasil ruralista dois focos da violência: as terras indígenas...
...e a periferia das grandes cidades de todo o país...
..onde o caso de Marielle da Maré é o sinal dos tempos
O clima de violência vai virar um conflito de massa?



Fontes: huffpostbrasil.com – Reuters – Google - El Pais

              folhaverdenews.blogspot.com



8 comentários:

  1. O que aprendemos com Mahatma Gandhi?..."As ideias e os exemplos dele continuam poderosos, Gandhi morreu há mais de 70 anos, mas suas ideias permanecem da hora. E o dia 30 de janeiro é conhecido como o Dia da Não Violência. Criada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2007, a data é uma homenagem a este líder pacifista Mahatma Gandhi. Ele foi assassinado neste mesmo dia, em 1948": comentário de Ana Beatriz Rosa, jornalista, no site Huffpost Brasil.

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  2. "Mohandas K. Gandhi nasceu em Porbandar, no interior da Índia, em 1869. Ainda em vida, ele recebeu o título de Mahatma de seus seguidores, que significa "grande alma". Gandhi foi o responsável pelo movimento de emancipação do país e da luta em defesa dos direitos humanos. A sua estratégia era conhecida pela resistência pacífica e a não cooperação com as autoridades. Por meio da desobediência civil das leis consideradas injustas, Gandhi ficou conhecido ao redor do mundo na defesa da não violência em lutas sociais. Ele também era adepto do jejum como forma de protesto e a sua figura influenciou as comunidades muçulmanas e hindus da Índia.Porém, foi justamente por tentar atenuar a tensão entre as comunidades religiosas que Gandhi foi assassinado por um hindu radical em Nova Déli. As disputas entre os dois grupos persistem até hoje, por lá e afinal por todo o planeta onde ainda não vigora a cultura da vida e da paz": comentário também da jornalista Ana Beatriz Rosa.

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  3. O CRESCIMENTO DO PCC E DA CHANCE DE MAIS VIOLÊNCIA NO BRASIL
    "Não à toa o tema, em geral restrito às campanhas para governadores ou políticos locais, responsáveis diretos pela segurança, ganhou de vez a campanha presidencial. A presença do capitão da reserva Jair Bolsonaro (PSL) na disputa agora vencida, com sua forte retórica populista e discurso linha-dura de enfrentamento ao crime, catapultou a pauta de vez. A maioria dos planos ou diretrizes de políticos agora faz menção às "organizações criminosas" e ao "crime organizado" As soluções propostas pelos políticos incluem desde a criação de uma força-tarefa para combater os grupos até a construção de mais presídios - que ironicamente são o local de nascimento e fonte de recrutamento para as maiores facções, chamadas no jargão criminoso de "faculdades do crime": comentário do repórter Gil Alessi, no site El Pais, o maior da Europa e um dos mais acessados no mundo.


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  4. Logo mais, mais comentários, debate e informação, você pode colocar direto aqui a sua opinião ou visão, se preferir ou precisar, envie e-mail para a redação do blog da gente que aí postamos para você, mande o seu conteúdo então para navepad@netsite.com.br

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  6. "Os crimes letais refletem o poder crescente dos grupos criminosos que atuam principalmente no mercado das drogas ilícitas. O problema das facções ganhou relevância nacional em 2016 após o fim da aliança entre o Primeiro Comando da Capital, o maior e mais organizado grupo, de São Paulo, e o Comando Vermelho, do Rio de Janeiro. O rompimento entre as facções, que se expandiram silenciosamente para vários Estados durante anos sem a devida atenção das autoridades, trouxe a reboque uma série de rebeliões e massacres em presídios, além de violência nas ruas de cidades do Norte e Nordeste. A crise evidenciou o caráter nacional da questão, e uma série de facções até então desconhecidas, como Família do Norte, que surgiu em Manaus, Okaida, de João Pessoa, e a potiguar Sindicato do Crime RN, ganharam o noticiário. Nessa disputa por rotas de tráfico e a supremacia nos presídios e periferias, estes grupos criados em sua maioria a partir dos anos de 2000 forjam alianças locais com CV ou PCC e fazem de seus Estados de origem a linha de frente de uma espécie de guerra envolvendo as facções fluminense e paulista. PCC e CV ainda não se enfrentam, ao menos ainda, abertamente no Rio de Janeiro e em São Paulo, seus principais redutos e grande fonte de lucro, mas sua presença é sentida em embates no Ceará, Rio Grande do Norte, Acre, Roraima, Santa Catarina e outros. Homicídios e facções são fenômenos que andam juntos: o próximo presidente terá pela frente o desafio de romper com este ciclo de violência que ceifa majoritariamente a vida dos jovens negros e pobres moradores das periferias, como Mendonça, de Ribeirópolis": comentário também do jornalista Gil Alessi, site El Pais.

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  7. "Concordo, além das facções tipo PCC, CV e outras, agora há este clima de ódio e de radicalização PSL X PT que continua mesmo após as eleições, isso e mais o fim do desarmamento previsto por Bolsonaro como uma das primeiras medidas e o interesse da indústria das armas, que estão lado a lado com Donald Trump, também, tudo isso nos alerta para uma chance de guerra civil no Brasil": comentário de Jacintho Rodrigues, de Belo Horizonte, pesquisando sobre Cultura da Paz na UFMG.

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  8. "O Relatório Planeta Vivo que acabo de ver no telejornal Bom Dia Brasil da Globo, com pesquisa divulgada pelo diretor da WWF, Marco Lambertini, mostra que precisamos nos ligar urgente no alcance da violência ambiental também": comentário de Júlio Mendes Santos, economista pela UFRJ que atua no Distrito Federal atualmente.

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