sábado, 27 de outubro de 2018

O BRASIL DEVERÁ GASTAR 3 VEZES MAIS POR NÃO INVESTIR EM GESTÃO AMBIENTAL SEGUNDO ANALISAM A REVISTA NATURE E CIENTISTAS BRASILEIROS


Os prejuízos serão monstruosos se nosso país não investir em meio ambiente, segundo calcula a Folha de S. Paulo o retrocesso ambiental no Brasil pode custar 20 trilhões de reais a serem pagos pelo país e pelo resto do mundo: a vantagem seria investir em políticas públicas para conter emissões de C02, acabar com o desmatamento e com a seca, preservar a última ecologia brasileira e cuidar da saúde do povo, além do mais isso daria mais e mais recursos para outros investimentos muito e muito necessários por aqui atualmente

O desmatamento é apenas uma das caras da falta de gestão ambiental no Brasil


Antes mesmo das eleições, a jornalista Ana Carolina do Amaral debateu na Folha de São Paulo os retrocessos nas leis ambientais em troca de outros interesses no Brasil e que acenderam um alerta na comunidade científica também de outros países. Em uma  pesquisa na revista Nature Climate Change, cientistas concluíram que só o menor controle do desmatamento pode custar até US$ 5,2 trilhões (quase R$ 20 trilhões de reais) para o Brasil e para outras nações do planeta que serão cada vez mais afetadas. O desmatamento é o principal fator que pode levar o país a ter dificuldades de cumprir suas metas do Acordo de Paris para redução de emissões de gases de efeito estufa. Além de sobrar para outros países, a conta a pagar também vai acabar nas contas de outros setores da economia brasileira. Mais ainda, este crime ambiental envolve diretamente  e cada vez mais problemas como escassez de água e doenças na área da saúde pública, onda de desemprego e de variadas formas de violência, em resumo, sufoco para o país e sofrimento para a nossa população.

Tanto em nível nacional como internacional e...

...até planetário a gestão ambiental hoje é essencial


No artigo “A ameaça da barganha política para a mitigação climática no Brasil”, pesquisadores das universidades UFRJ, UFMG e UnB calcularam quais os custos para compensar as emissões de carbono do desmatamento e esta informação está em destaque também no crítico site jornalístico da FAP, Fundação Astrogildo Pereira. Segundo analisa a matéria no webespaço desta fundação, a conta ficará mais cara no cenário de uma política ambiental fraca por parte do Brasil, não somente as urgentes metas do Acordo de Paris não serão cumpridas mas a situação levará a dificuldades aqui também na economia e sofrimentos para a população com o crescente desequilíbrio do meio ambiente, capaz de gerar até um caos no clima e mais violência no dia a dia.


“Retroceder para uma política do século 19 terá que ser compensado por tecnologias do século 21, ainda caras e pouco disponíveis”, diz Roberto Schaeffer, professor de planejamento energético da Coppe/UFRJ e um dos autores do debate que explica a diferença dos custos, quando se investe ou não em meio ambiente. As ações de controle do desmatamento já são conhecidas como as mais baratas para se evitar um caos climático. Para comparação, o estudo usou como base o orçamento de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 3,8 bilhões), aplicado nestes 8 anos nas políticas de controle ambiental do país. O que virá por aí?...





O Brasil pode ser uma liderança mundial resgatando sua ecologia para avançar uma economia sustentável

Já a falta de gestão ambiental gera o caos

(Confira na seção de comentários deste blog da ecologia e de cidadania projeções feita por cientistas sobre que pode acontecer no Brasil se não houver a necessária e urgente governança ambiental)


“Aqui, agora, cá entre nós, esta discussão ultrapassa os erros ou os limites destas eleições nestes dias e define a responsabilidade dos Presidenciáveis, quem se eleger terá que encarar este desafio mesmo que, dentro do que é comum num país ruralista, despreze a ecologia, ecologia que na atualidade é um fator de desenvolvimento tão essencial como a economia, do ponto de vista da criação dum Brasil sustentável, caminho para mudar e avançar a realidade brasileira”, comenta por aqui o ecologista Antônio de Pádua Silva Padinha, ao editar hoje o blog da gente, ligado ao movimento ambientalista, científico, da cidadania e da não violência.


Não se trata de um país mas da ONU

A ecologia brasileira ajuda a criação do nosso futuro


Fontes: Revista Nature - Folha de São Paulo - FAP
              folhaverdenews.blogspot.com


8 comentários:

  1. Estão claros os prejuízos do Brasil não investir em gestão ambiental, a seguir alguns detalhes a mais, confira: você pode por aqui a sua opinião ou se preferir envie seu conteúdo pro e-mail da redação deste blog navepad@netsite.com.br

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  2. Vídeo, fotos, material de informação, sugestão de pauta ou críticas envie direto pro e-mail do nosso editor de conteúdo deste blog padinhafranca603@gmail.com

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  3. "O cenário de governança fraca (falta de gestão) é baseado no baixo controle ambiental do período pré-2005. As projeções de governança forte são baseadas no período de 2005 a 2012, quando o país reduziu suas emissões de carbono em 54%, principalmente através da redução do desmatamento em 78%. Já o cenário de governança intermediária é baseado na política atual, em que fortes mecanismos de controle ambiental convivem com concessões e retrocessos, desde a flexibilização do Código Florestal em 2012 e o fortalecimento da bancada ruralista no Congresso": comentário de Eduardo Viola, professor de ciência política da Universidade de Brasília (UnB).

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  4. "Quais seriam as evoluções do desmatamento para cada cenário de governança?": comentários dos pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Uma das avaliações é de Raoni Rajão, um dos autores do estudo pela UFMG, "o modelo utilizado tem parâmetros ajustados para a realidade brasileira, estimando metas de produção agrícola, onde ela deve acontecer e quais as possíveis competições pelo uso do solo”.

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  5. "Quanto carbono ainda pode ser emitido pelo Brasil até 2050 sem cruzar a linha que manteria o aquecimento global dentro de 2°C? Enquanto no cenário de governança fraca o Brasil pode acabar emitindo acima do seu orçamento de carbono e implicando uma conta para outros países, no cenário de governança intermediária a conta das altas emissões por desmatamento ainda pode ser compensada dentro do país, mas com altos custos para outros setores da economia": comentário extraído da matéria feito site da FPA.

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  6. "Um dos candidatos a Presidente parece não ter noção do valor do meio ambiente para o desenvolvimento do país, sendo o outro melhor preparado, porém integra o PT, que está desmoralizado devido à corrupção. Enfim, estamos numa dificuldades nesta eleição destes dias": comentário de Júlia Sousa Rubião, engenheira florestal pela USP.

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  7. Dentro desta análise dos problemas da realidade brasileira, os pesquisadores da UFRJ calcularam os valores dos investimentos necessários em energia elétrica, transportes, combustíveis e indústria. A avaliação incluiu 8.000 opções tecnológicas, que podem implicar em um gasto de até US$ 2 trilhões (R$ 7,6 trilhões) até 2050: “Nem todo investimento tecnológico trará benefícios ao desenvolvimento do país, já na recuperação da ecologia, os efeitos positivos são diretos": comentário de Ana Carolina Amaral, jornalista de Folha de São Paulo.

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  8. "A primeira polêmica surgiu com a tão anunciada e propagada pelo candidato fusão entre as pastas da Agricultura e Meio Ambiente. Após receber visitas de empresários, exportadores, e de representantes do agronegócio, ficou claro que é preciso analisar eventuais prejuízos na economia internacional com as possíveis mudanças. Hoje, o principal discurso de Bolsonaro é afirmar que irá ouvir e avaliar todas as vertentes políticas e econômicas antes de tomar qualquer decisão": comentário extraído de matéria no site de notícias Terra sobre a vitória eleitoral de Jair Bolsonaro.

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