quinta-feira, 18 de outubro de 2018

SITUAÇÃO MUITO COMPLICADA DE ALGUNS RECURSOS E RIQUEZAS DA NATUREZA NO PAÍS E NO PLANETA SEGUNDO DADOS DE PESQUISA DA UNIVERSIDADE DE BERKELEY

Um raio X de alguns dos principais recursos naturais mostra numa palavra esgotamento e necessidade de uma nova estrutura energética sustentável


 A escassez de água já sinaliza uma situação dramática: confira



O mundo da natureza está em crise. O uso excessivo dos recursos do planeta está levando países como o Brasil e a Terra a uma situação de risco nunca vivenciada antes, advertiu a revista Superinteressante em uma edição que marcou época e hoje resumimos alguns dados aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde NewsAlessandro Greco e Denise Barros fizeram esta reportagem antológica e de alerta há quase 6 anos, a matéria teve grande impacto mas a situação continua a mesma ou em alguns casos, ainda piorou mais. Pela primeira vez na história, uma espécie pode ser responsável por uma extinção em massa. Você já sabe, somos nós, os chamados seres humanos, ainda mais em país sem gestão ambiental.

 Hora de mudar a estrutura energética e nossa visão de vida


A situação é tão grave que cientistas liderados por Anthony Barnorsky, da Universidade de Berkeley, na Califórnia, Estados Unidos, publicaram um estudo mostrando que estamos caminhando a passos largos na direção da sexta extinção em massa, uma situação na qual 75% das espécies do planeta simplesmente deixarão de existir. Mesmo pensando em termos geológicos, de centenas, milhares, milhões ou bilhões de anos, temos que reverter essa história de destruição dos recursos naturais: com desenvolvimento sustentável no país, por exemplo, com prioridade de energias limpas como a Solar e a Eólica, e com cada ser humano atuando junto e não contra a natureza, poderemos mudar essa realidade e avançar nossa vida.

Confira um rápido raio X da situação dos recursos naturais



ÁGUA 
O abastecimento de água doce do planeta está ameaçado quem alerta é a Organização das Nações Unidas (ONU). Mais de 1 bilhão de pessoas (18% da população mundial) não têm acesso a uma quantidade mínima de água para consumo. Agora, se mantivermos nosso padrão de consumo e de devastação do meio ambiente, o quadro irá se agravar muito rapidamente. Em 2025, dois terços da população do planeta (5,5 bilhões de pessoas) poderão ter dificuldades de acesso à água potável. Em 2050, o número pode chegar a 75% da humanidade.
ALIMENTOS
Estimativas da FAO, braço da ONU para a agricultura e a alimentação, mostram que para alimentar a população humana em 2050 – até lá seremos 9,1 bilhões de terráqueos – a quantidade de alimentos produzidos no planeta deve aumentar em 70%. Será possível alcançar essa meta? As dificuldades são muitas, entre elas o aquecimento global, que prejudica a produção agrícola de muitos países (é o caso da Rússia). Em tempo: dados também da FAO mostram que atualmente um em cada seis habitantes do planeta passa fome, quase 1 bilhão de pessoas.
PETRÓLEO 
A Agência Internacional de Energia publicou em um dos seus relatórios da série World Energy Outlook que a produção de petróleo deve atingir seu pico por volta de 2035. Depois disso será ladeira abaixo. Ninguém sabe ainda com qual velocidade, mas que vai acontecer, vai. Ou seja: um dia, o mundo terá de viver sem petróleo, o que talvez não seja uma má ideia. O problema: a matriz energética planetária ainda é pesadamente dependente de combustíveis fósseis. 
TERRAS RARAS 
Um grupo de 17 elementos químicos, todos eles metais, pode fazer um grande estrago se começar a faltar. E a possibilidade de isso acontecer é grande. Conhecidos como terras raras, são usados em boa parte dos equipamentos eletrônicos e 95% da produção mundial está na mão da China (o Brasil participa com 0,5%).
aqui a exatos 119 anos, se o consumo continuar na velocidade atual, segundo a World Coal Association. É o mesmo problema do petróleo: nossa matriz energética ainda depende maciçamente de combustíveis fósseis.
 Ainda agora em setembro e outubro de 2018 Manaus sofre um recorde de fumaça segundo o INPE originada de queimadas na Amazônia...


COBRE 
O cobre é um dos metais mais utilizados pelo homem e deu início à Idade dos Metais. Está presente em cabos elétricos, equipamentos eletrônicos, joias, entre outros. Ao contrário de outros materiais não renováveis, o cobre é reciclável. O aumento de seu uso nos últimos anos, porém, tem sido estrondoso e chegará a um patamar em que a capacidade humana de extraí-lo do solo será menor que a demanda por ele. O cientista Tom Graedel, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos e outros cientistas calcularam que isso irá acontecer em 2100. O que acontecerá então? A verdade é que ninguém sabe.

GÁS NATURAL
Utilizado em indústrias e por automóveis, o gás natural é mais um combustível fóssil e portanto vai, um dia, terminar. A previsão é que isso ocorra antes do carvão, daqui a 45,7 anos, segundo dados da BP Statistical World Review. 
HÁFNIO
Até algum tempo atrás, ninguém dava muita bola para o metal háfnio, a não ser os fabricantes de varetas de combustível nuclear que o usam em sua composição e os de aços super-resistentes, pelo mesmo motivo. Há uma década, a Intel anunciou que passaria a utilizar o material na fabricação de microprocessadores. Desde então, o mundo se pergunta até quando haverá háfnio. Não há atualmente sequer uma resposta para o tamanho da produção de háfnio no mundo. Enfim, o homem criou uma necessidade mas não sabe como supri-la, é a história que vem se repetindo. è a hora de mudar e de avançar a estrutura de cada país para um desenvolvimento tipo sustentável e a consciência das pessoas assumir uma condição realmente humana e até mesmo humanitária, capaz de criar um futuro feliz em nossa vida.


(Confira depois mais tarde mais algumas informações levantadas pela revista Superinteressante neste tema acessando os comentários aqui em nosso blog hoje, bem como outros dados e mensagens, OK?)


Conseguiremos criar um futuro sustentável?



Fontes: super.abril. com.br - BBC - Google
              folhaverdenews.blogspot.com




8 comentários:

  1. Logo mais, postaremos aqui mensagens e comentários, aguarde nossa edição e venha conferir. Mande sua mensagem para o e-mail da redação deste blog navepad@netsite.com.br

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  2. Voc~e pode também enviar vídeo, sugestão de pauta, críticas, notícias direto pro nosso editor de conteúdo deste blog, mande então para padinhafranca603@gmail.com

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  3. "Importante este raio X dos recursos da nossa natureza, o momento é oportuno e dramático, precismos mudar nossa maneira de pensar e de viver, os governos, implantando urgentemente um desenvolvimento tipo sustentável, equilibrando os interesses econômicos com os ecológicos": um dos comentários que depois postaremos por aqui, aguarde e venha conferir.

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  4. "No relatório World Trade Report – Natural Resources pondera que recursos naturais são “estoques de materiais existentes em ambiente natural que são escassos e economicamente úteis”. Ou seja, se forem usados de forma excessiva (e estão sendo) terminarão e teremos (já temos um) problema dos grandes"": comentário de pesquisador ligado à Organização Mundial do Comércio (OMC).

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  5. "Entre recursos naturais não estão incluídos apenas petróleo, gás natural ou carvão. Alimentos também fazem parte disso, assim como a água potável, o bem mais necessário à continuidade da vida de boa parte dos animais, homens principalmente, bem como todas atividades econômicas. O responsável por tudo isso é nossa espécie e a atual estrutura das sociedades globais de consumo. A situação é tão grave que, cientistas liderados por Anthony Barnorsky, da Universidade de Berkeley, na Califórnia, Estados Unidos, publicaram este estudo que mostra que estamos caminhando a passos largos na direção da sexta extinção em massa, uma situação na qual 75% das espécies do planeta simplesmente deixarão de existir. E o pior, o ser humano ainda poderá sobreviver, ele que tem sido agente da destruição e nãop da vida": comebntário de Raphael Levym em matéria ba BBC News.



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  6. "O conceito de Sobrecarga da Terra (Overshoot Day, em inglês) foi originalmente desenvolvido pelo instituto independente britânico de pesquisas New Economics Foundation, uma organização parceira da GLobal Footprint Network.
    Na prática, o esgotamento do conjunto de condições naturais que permitem a sobrevivência e o consumo humanos ocorre em decorrência da incapacidade da Terra de regenerar, até o final de cada ano, sua capacidade de renovar o fornecimento de elementos fundamentais para a manutenção da vida como a conhecemos. Isso equivale a dizer que, em 2018, em um total de 212 dias a humanidade comprometeu toda a reciclagem da água, do ar, da manutenção das temperaturas médias do planeta, da capacidade de reposição do estoque de pesca, e por aí vai este drama": comentário de Sidney Ribeiro que nos envioo matéria sobre esgotamento dos recursos naturais que foi postada recentemente no site Rede Brasil Atual. A gente aqui agradece as informações e o apoio deste estudante de Engenharia no Rio de Janeiro. Abraços, paz aí.

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  7. "O que temos observado já há algum tempo é que infelizmente esse volume (de recursos) é cíclico, então ele tem uma capacidade (de renovação) calculada anualmente pela New Economics Foundation, em resumo, nós estamos antecipando e usando esses serviços da natureza cada vez mais cedo e cada vez em maior quantidade”: comentário extraído desta matéria da Rede Brasil Atual que nos foi enviada pela quartanista de Engenharia no Rio de Janeiro, Sidney Ribeiro juntamente com todo um material informativo. Agradecemos, OK?


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  8. "É agressiva demais a ação humana sobre os recursos naturais da Terra. E temos também que avaliar negativamente a situação no Brasil, por exemplo, com o aumento do desmatamento e o atual estado de emergência do abastecimento de água em algumas regiões e cidades. Para ele, as iniciativas de ecologistas ou entidades ambientais e cientistas em defesa dos recursos naturais do planeta deveriam estar tendo um maior apoio de empresas e dos governos, pois se trata mesmo de algo grave demais": comentário de Juliana Mendes Machado, de São Paulo, colaboradora de entidades ambientalistas e professora de Geografia, formada pela Unesp.

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