sábado, 3 de novembro de 2018

INSTITUTO INTERNACIONAL DE PESQUISA DEFENDE A ALIMENTAÇÃO VEGETARIANA COMO A IDEAL AGORA PARA A EUROPA E PARA O PLANETA (PRO BRASIL TAMBÉM)

A dieta vegetariana ganha de todas as outras pela pegada climática ou ambiental e de saúde: não são apenas ecologistas falando isso mas o IIASA e os cientistas da Organização de Pesquisa Científica e Industrial da Commonwealth na Austrália além do Centro de Pesquisa da Biodiversidade e Clima da Alemanha 


 Pesquisas científicas dão razão aos ecologistas

A gente recebeu estas informações por um e-mail da nutricionista Marina Alves Bianchi, de São Paulo, que nos enviou uma notícia da edição de hoje do site nacional de assuntos socioambientais EcoDebate, resumindo este estudo que valoriza ainda mais a opção da alimentação vegetariana na atualidade. O novo estudo fornece uma contabilização mais detalhada de todas emissões de gases de efeito estufa provindas do consumo de alimentos na União Europeia. A pesquisa mostra que a carne e os laticínios são os responsáveis pela maior parte das emissões de gases de efeito estufa resultantes da alimentação na União Europeia.


 Ao invés de alimento consumo, ritual de alimentação saudável e gostosa

Esta nova e definitiva pesquisa está sendo publicada também agora na revista Global Food Security e tem o prestígio do respeitado IIASA, que é o Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados. Para resumir a conclusão desta série de estudos, um cidadão comum da Europa tem hoje em dia uma pegada alimentar anual de 1070 kg de CO2 equivalente, sendo levada em conta as emissões de gás carbônico na produção, nas mudanças no uso da terra e no transporte internacional. Esta quantia é aproximadamente a mesma da gerada por 6 mil quilômetros rodados por um veículo de um passageiro, de acordo com a Comissão Europeia, ou ainda por cerca de um terço a mais que a estimativa de emissões de gases de efeito estufa na produção de comida lá na UE.  O levantamento descobriu que a carne e os laticínios correspondem a mais de 75% do impacto causado pela alimentação na UE:  a produção de carne e laticínios causa não apenas emissões diretas da produção animal, mas também contribui para o desmatamento devido à expansão de terras de cultivo para a alimentação, que é no mais das vezes produzida fora da União Europeia e nesse ponto da pesquisa, entra também o Brasil. 

Uma opção cabeça e ecológica...

 ...desde muito tempo agora com base científica

Com surpresa e até tristeza pro mercado consumidor de carne e de fast food, o estudo interdisciplinar e com cientistas de diferentes países e universidades da Europa constatou outro fato:  "Rastrear as emissões de gases de efeito estufa da produção de alimentos é extremamente complicado e precisamos de métodos muito eficazes para fazer isso, o nosso objetivo no estudo era melhor compreender o impacto climático da alimentação na UE e também como o comércio internacional afeta a contabilização dessas emissões”, comentou a a doutoranda Vilma Sandström, da Universidade de Helsinque, que desenvolveu a pesquisa como parte de um Programa de Verão para Jovens Cientistas do IIASA e esta tese detonou toda esta nova série de conclusões a favor de uma opção vegetariana por parte da população. 

 As opções vegetarianas são muito amplas

 Prato vegetariano eleito nº 1 em Portugal...


(Confira a seguir na seção de comentários daqui do blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News para mais informações)


 Um tipo de alimentação baseado na cultura da vida



Fontes: EcoDebate - Global Food Security - IIASA
              folhaverdenews.blogspot.com

8 comentários:

  1. A opção vegetariana é a melhor como alimento saudável, também pro meio ambiente: esta pesquisa científica feita por duas universidades, instituto e centro muito respeitados na UE pode não encerrar o assunto, mas amplia a polêmica: não são só os ecologistas que defendem hoje o alimento vegetariano.

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  2. "À primeira vista, a produção de alimentos aparenta ser apenas uma pequena porção da pegada climática da Europa: a produção de alimentos na UE corresponde a menos de 5% das emissões globais dos setores agrícola e de gestão do uso da terra. Mas como os europeus também comem produtos importados de todo o mundo, contabilizar as emissões de CO2 provocadas por alimentos coloca também o Brasil, produtor de alimentos, em foco": comentário de Marina Alves Bianchi, nutricionista, de São Paulo, que nos enviou um e-mail sobre a importância destas pesquisas agora. A gente agradece, vamos juntos, paz.

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  3. "Rastrear a origem dos alimentos na contabilidade dos gases de efeito estufa é complexo, e muitos estudos prévios não rastrearam as importações ou usaram estimativas para somente alguns produtos ou regiões. Este novo estudo visa equilibrar profundidade e escala, provendo uma estratégia sistemática. Os pesquisadores compararam um grande número de países e diversos produtos agrícolas de diferentes origens e integraram várias fontes de gases de efeito estufa. Os pesquisadores dizem que o método pode também ser aplicado em outros países e regiões": comentário extraído da publicação na revista Global Food Security.

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  4. "Tudo pode ser útil para tomadores de decisão que desejam quantificar com mais precisão as emissões de gases de efeito estufa. Esta pesquisa também enfatiza a necessidade de melhor rastrear os impactos da comida importada. Em especial, o estudo destacou o impacto dos alimentos importados para os animais. Este estudo também provê mais informações para consumidores conscientizados, reforçando pesquisas anteriores que mostram que comer menos carne e laticínios é uma das principais ações que indivíduos podem tomar para reduzir sua pegada climática": comentário extraído da edição de hoje do site nacional de assuntos socioambientais EcoDebate.

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  5. Logo mais, mais informações, você pode por aqui também o seu comentário, se preferir envie a mensagem pro e-mail do nosso blog navepad@netsite.com.br

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  6. Vídeos, fotos, músicas, sugestão de pauta, críticas, você pode também enviar seu conteúdo diretamente pro e-mail do editor do nosso blog padinhafranca603@gmail.com

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  7. “As pessoas tendem a pensar que consumir produtos regionais será a solução para a mudança climática, mas na verdade o tipo de produto que comemos é muito mais importante no impacto geral”: comentário de Hugo Valin, pesquisador do IIASA, coautor do estudo e orientador do Programa de Verão de Vilma Sandström, que concluiu tese favorável à alimentação com vegetais, cereais, frutas e verduras, com base científica de estudos.

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  8. “Os europeus são culturalmente apegados ao consumo de carne e laticínios. Reduzir nossa pegada climática não exige necessariamente parar de comer tais produtos, mas sim diversificar nossa dieta para reduzir o consumo deste tipo": comentário no texto original dos autores do estudo que incluiu pesquisadores cientistas da Organização de Pesquisa Científica e Industrial da Commonwealth (CSIRO), na Austrália, e do Centro de Pesquisa sobre Biodiversidade e Clima Senckenberg, na Alemanha.



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