domingo, 2 de dezembro de 2018

COMEÇA NA POLÔNIA UM NOVO ROUND NA BRIGA PELA RECUPERAÇÃO DA ECOLOGIA DO PLANETA (PAÍSES PEDEM AÇÕES PARA LIMITAR CATÁSTROFES DO CLIMA)

Desde hoje 200 representantes de todos os continentes da Terra reunidos em Katowice iniciam (apesar de Trump e etc) a luta da 24ª Conferência do Clima da ONU para controlar as mudanças climáticas já evidentes em todo o planeta


Ecologistas fazem manifestação pelo clima na Polônia


O evento começou nesse domingo já com tom de alerta para colocar em ação as metas do Acordo do Clima e diminuir os impactos não só sobre a ecologia mas também sobre a economia, a saúde e toda a vida da população terrestre. Está claro que os desastres climáticos, os impactos na saúde ou na produção agrícola estão aumentando e esta conferência mundial é destaque das agências de notícias e de sites como do Jornal do Brasil (jb.com.br): "Os efeitos nunca foram tão graves e devem levar a comunidade internacional a fazer muito mais do que vem sendo feito para controlar a situação", comentou Patricia Espinosa, responsável da ONU para as questões climáticas: "Este ano deverá ser um dos quatro mais quentes já registrados nos últimos tempos, as concentrações de gases do efeito estufa na atmosfera atingiram um nível recorde e as emissões continuam aumentando, estamos começando agora a COP-24 com este alerta e esta urgência de ações concretas". 


 Um clima de alerta por ações concretas


A mudança climática pelo levantamento feito pela AFP já atinge comunidades em todo o planeta e as vítimas sofrem destruição, sofrimento decorrentes dos desequilíbrios do meio ambiente e do clima, tornando o trabalho agora mais urgente ainda. Com o acordo de Paris em 2015, o mundo se comprometeu em limitar o aumento da temperatura a +2°C em comparação com a era pré-industrial e, idealmente, +1,5°C. Mas o recente relatório de cientistas do Giec apontou uma diferença clara nos impactos entre esses dois objetivos, seja sobre ondas de calor ou no aumento do nível do mar. Pelo que já se constata hoje as mudanças atualmente já conduzem a um mundo +3°C mais quente, algo que levará a um caos ambiental e climático.

Em todos os lugares já há sinais do desequilíbrio

Os membros do G20, que se reuniram na Argentina até ontem, com exceção dos Estados Unidos, reafirmaram no sábado seu apoio ao Acordo de Paris (Michel Temer pelo Brasil reafirmou o compromisso, porém, o próximo governo tomar posse já em janeiro de 2019 e o COP-25 que seria em nosso país, já foi descartado pelos novos governantes): "Tanto o lado negativo como o positivo nos levam a acelerar as negociações agora na Polônia", argumentou David Waskow, cientista do World Resources Institute. "Não podemos dizer que os ventos são favoráveis a um aumento nas ações climáticas dos países", ponderou por sua vez Michel Colombier, diretor científico do IDDRI (Instituto para o Desenvolvimento Sustentável e Relações Internacionais), preocupado com o atual contexto geopolítico. Com razão. 

A nova reunião mundial do clima começa quente



(Confira mais informações nesta pauta na seção de comentários aqui no blog da ecologia e da cidadania, OK?)


Fontes: AFP - JB - G1 - Giec - ONU
              folhaverdenews.blogspot.com

8 comentários:

  1. Aguarde edição dos comentários com mais informações sobre COP 24 e assuntos relacionados, atualização de notícias em seguida, mensagens e tudo mais, venha conferir.

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  2. "O mundo está queimando e o que o seu país vai fazer?": comentário é a frase que o Greenpeace divulgou em Katowice na Polônia na abertura do COP-24 da ONU.

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  3. "Para a África, quaisquer que sejam os altos e baixos da geopolítica, não temos escolha: sentimos os impactos da mudança climática todos os dias. Precisamos ampliar nossa ação contra as mudanças climáticas": comentário de Seyni Nafo, porta-voz do grupo africano no encontro.



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  4. "Para a cúpula na segunda-feira em Katowice, apenas vinte líderes estão confirmados, incluindo os primeiros-ministros holandês e espanhol e os presidentes da Nigéria e Botswana, essa omissão ou falta de interesse dão um sinal de que nem todo mundo está ligado no alerta dos cientistas": comentário extraído de notícia da AFP.


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  5. "Apesar das manifestações dos ecologistas e dos alertas dos cientistas, os governantes parecem não estar com ações planejadas ainda, observadores temem que a maioria dos governos e países, encorajados a rever seus compromissos para 2020, talvez estejam esperando por outra cúpula já convocada pelo secretário-geral da ONU, para setembro de 2019 em Nova York, para tentar avançar mais os objetivos de controle das mudanças do clima e do ambiente": comentário extraído de emissão feita pela BBC News sobre a COP-24 na Polônia agora.

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  6. "Quanto à Polônia, anfitriã da reunião da ONU e forte defensora de sua indústria do carvão, seu objetivo parece ser atenuar alguns pontos do do Acordo de Paris que na verdade já está desfasado diante dos fatos e precisaria avançar mais": comentário em matéria sobre o evento no G1 da Globo.

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  7. "Não há Acordo de Paris sem Katowice", insistiu a presidência polonesa da COP24, insistindo para objetivar mais os debates.
    Mas os debates provavelmente serão muito amargos sobre alguns
    alguns tópicos sensíveis, principalmente sobre a questão do financiamento Norte-Sul. Os países mais desenvolvidos se comprometeram em investir 100 bilhões de dólares por ano até 2020 para o financiamento de políticas climáticas nos países em desenvolvimento. Embora esses fluxos estejam aumentando de acordo com a OCDE, muitos países do Sul estão exigindo compromissos mais claros para manter essa promessa, que é fundamental, sem dinheiro, fica difícil para a maior parte dos países uma gestão do clima e do ambiente": comentário de Rudolf Gerber, ecologista independente que está como free lancer no evento da ONU assessorando a delegação da Alemanha.

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  8. "O Acordo de Paris não anda sem financiamento, ele é vital para que os países em desenvolvimento tomem medidas. Os países mais pobres terão que esperar, mas quanto maior for a demora, mais custará": comentário de Gebru Jember Endalew, que foi escolhido como coordenador do grupo de países menos desenvolvidos na COP 24 agora na Polônia.

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