segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

NÃO BASTAM SÓ MULTAS E BLOQUEIOS FINANCEIROS RESPONSÁVEIS PELO MEGRACRIME DE BRUMADINHO PRECISAM SER PRESOS PARA MOTIVAR MUDANÇAS E AVANÇOS NA SEGURANÇA AMBIENTAL NO PAÍS

Os bloqueios de 11 bilhões de reais da Vale não são nem 40% do caixa da empresa (no Brasil) e todos associados milionários do sistema da mineração que não conta nem com a mínima segurança ambiental: toda esta atividade precisa mudar toda a estrutura conforme estão alertando de novo os cientistas agora outra vez diante do que aconteceu



A luta dos bombeiros para resgatar vítimas não pode ser omitida

 Sr.Sebastião é um dos 290 desaparecidos ainda em Brumadinho


Esta mineradora já e outras, que também são precárias em segurança ambiental embora todas milionárias, já estão começando a sofrer também sequelas desta novo megacrime desta semana em Brumadinho (MG), hoje há a abertura da Bolsa de Valores brasileira e o efeito chegará lá também, perdas já foram notadas no mercado exterior hoje. Denise Luna, Douglas Gavras e Fernando Nakagawa são alguns dos jornalistas do site Terra e Conteúdo Estadão que estão acampados no local da tragédia que, além do mais, já custou 65 mortes, 192 vítimas resgatadas vivas e ainda há 290 pessoas que estão desaparecidas, os afetados poderão ser o novo recorde mundial em ocorrências deste tipo. O presidente da Vale, Fábio Schvartsman tem dado entrevistas, mas a mídia precisa ouvir também autoridades governamentais de Minas Gerais e do Brasil que têm sido há anos coniventes com as condições precárias desta atividade econômica bilionária que não respeita nem a ecologia nem a população e lucra com os recursos minerais brasileiros. Aliás, não bastam apenas multas e bloqueios financeiros, no caso, dos responsáveis pelo megracrime de Brumadinho agora, porém, é fundamental o rigor das leis, como o artigo 225 da Constituição Federal (em vigor no país), no Capítulo do Meio Ambiente, que é a legislação mais desrespeitada do mundo. Autoridades públicas e governamentais bem como até eventualmente promotores que foram omissos ou coniventes, até o Ministério Público precisa ser questionado por estes erros absurdos. Prisão para todos os que sejam responsáveis ou cúmplices deste megacrime poderá ajudar a mudar e avançar o setor e o próprio desenvolvimento sustentável no Brasil, existe atualmente tecnologia, pesquisas científicas e know how para que os interesses econômicos sejam explorados contudo respeitando os princípios ecológicos, o bom senso, fazendo valer a justiça ambiental, os direitos da cidadania e a vida da população.


O presidente da Vale, Fábio Schwartsman não é o único responsável pelo megacrime

Na próxima edição debate se é possível uma mineração sustentável que não detona e natureza (venha conferir amanhã)


(Confira o vídeo sobre a poluição do Paraopebas, que responde por 30% do abastecimento da Grande BH, contaminação que pode chegar ao Rio São Francisco e represas de Furnas, bem como, mais informações sobre a ocorrência, alertas de pesquisadores,veja mais na seção de comentários deste blog de ecologia e cidadania)



O Rio Paraopebas abastece macrorregião de BH...




...mas agora ficou assim e a contaminação pode chegar ao rio São Francisco e antes ainda a hidrelétricas mineiras de Furnas, a contaminação e até quem sabe um surto de doenças causadas por este caos na ecologia

Ecologista Gisele Bündchen
 pede orações pelo Brasil



Fontes: Terra - O Estado de São Paulo - G1 -  BBC
               folhaverdenews.com.br


18 comentários:

  1. A BBC faz reportagens sobre vítimas ainda desaparecidas na tragédia de Brumadinho. O G1 tem ouvido especialistas em geologia e em ecologia. Entidades ambientalistas e científicas internacionais e nacionais voltam a alertar sobre a falta de segurança ambiental na atividade bilionária da mineração no Brasil.

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  2. Especialistas ouvidos pelo G1 dizem em geral que falta fiscalização nas barragens de Minas Gerais e de todo o país.
    Confira aqui como ambientalistas, engenheiros e outros entrevistados reagiram ao rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, mais um grande crime ambiental no país que um dia foi da natureza.

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  3. "O mar de lama destruiu casas e há pessoas desaparecidas. Havia empregados da Vale no local atingido pelo rompimento. Ao menos seis prefeituras emitiram alerta para que população se mantenha longe do leito do Rio Paraopeba, pois o nível pode subir. É inadmissível que, pouco tempo após o acidente de Mariana, a gente tenha esse acidente na mesma região, no mesmo local, com a mesma empresa, com a mesma operação. É fundamental que o governo federal abra a caixa preta de informações sobre o impacto das barragens de retenção de resíduos de mineração para a tranquilidade e a segurança das pessoas que moram perto. É tudo declaratório. A empresa diz que a barragem está boa ou que não está boa, se apresenta rachadura, se os volumes depositados são do tamanho que a barragem pode comportar. Isso tudo é declaratório. (...) O processo como um todo está comprometido, está faltando que as empresas explorem o minério de uma forma segura. E também que governo normatize essas situações críticas que levam a esse transtorno para o país. O impacto ambiental a gente não sabe nem como mensurar. Daqui a pouco vão dizer que tudo já estava degradado, como fizeram com o Rio Doce. Com o rompimento da barragem, o ministro do Meio Ambiente vai ter que refletir como ele está encarando o controle ambiental do país": comentário de
    Nilo D'Ávila, diretor de campanhas do Greenpeace no Brasil.

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  4. "Os danos ambientais certamente são muito grandes devido às características da região. A lama está descendo a Serra dos Dois Irmãos, atravessando a estrada que liga Belo Horizonte a Brumadinho, em direção ao Rio Paraopeba. E nessa direção tem muita Mata Atlântica, muita fauna. A lama está atravessando uma área que é da própria Vale e certamente vai matar uma parte da floresta, muitos animais silvestres e deve chegar à água. A gente não sabe ainda quais as consequências para o rio, que já está debilitado, em mau estado, mas ainda fornece água para parte da população. E vai chegar com lama tóxica, então ninguém vai poder beber dessa água e a captação de água terá que ser interrompida. É uma lição. (...) E, infelizmente, essa tragédia leva a uma conclusão que não dá para mais ser ignorada. Se as barragens não podem ter segurança, não dá mais para ter mineração com barragem. A mineração tem um papel importante na economia do estado, mas não dá pra correr mais esse risco. A lavagem do minério de ferro da lama precisa ser feita a seco ou de outra forma, e não com o uso de barragens": comentário de Maria Dalce Ricas, superintendente-executiva da Associação Mineira de Defesa do Ambiente (AMDA):

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  5. "A licença para a expansão do complexo foi concedida apesar de advertência de pesquisadores, de ecologistas, movimentos sociais, moradores do bairro de Casa Branca. Todos estavam muito preocupados com as operações desse complexo minerário e da expansão solicitada. O cronograma previsto pela própria Vale era para 2020. Nós ficamos surpresos com a pressa do licenciamento. Mostra a negligência dos órgãos públicos ligados ao licenciamento ambiental e à segurança de barragens no sentido de assegurar, de atestar a segurança das barragens. E a submissão desses órgãos aos jogos políticos de interesse próprio e de interesse da empresa. É o segundo desastre de proporção enorme da Vale em cerca de três anos. (...) Há um jogo por parte das empresas, e o estado é conivente. Nesse caso específico da barragem de hoje, na Região Metropolitana, atingem o Rio Paraopeba, que é de onde sai a captação de água pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) para abastecer toda a Região Metropolitana de Belo Horizonte": comentário de Andréa Zhouri, antropóloga, professora e coordenadora do grupo de estudos em temáticas ambientais da UFMG

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  6. "É uma bomba relógio porque ela aponta novamente para a importância de o licenciamento ambiental ser feito de forma técnica, eficiente e com ações de monitoramento. É nisso há falha nas barragens da Vale. Não está sendo feito um monitoramento. A licença ambiental tem várias etapas: licença de instalação, de operação e de finalização. Ela já estava em seu uso máximo e estava sendo desativada. Quando vai desativar há um plano de contingência, de recuperação e tem que ser permanentemente monitorado e fiscalizado. E fica evidente que isso não estava acontecendo. (...) A gente não pode mais ter impunidade [com quem comente danos ambientais]. A impunidade gera na sociedade e nas empresas um desleixo com as medidas que precisam ser feitas. Desta vez, embora o volume de rejeito seja bem menor, essa é uma bacia muito mais populosa, com o Rio Paraopeba, muito viscoso, usado muito para pesca, abastecimento de Belo Horizonte e também formador da Bacia do Rio São Francisco. Então o dano pode ser maior do que o Rio Doce. Ainda é cedo, mas pela característica.... Esses rejeitos de minério são muito finos, ficam há muitos anos no ambiente, são de difícil retirada e tornam a água indisponível por muito tempo, como ocorre com o Rio Doce": comentário de Malu Ribeiro, especialista em água da Fundação SOS Mata Atlântica e coordenadora do programa 'Observando os rios'.

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  7. "É um fato lamentável mais uma vez. É a crônica de um desastre anunciado. Há dezenas de barragens que correm o risco de ruptura. Temos uma falha brutal de fiscalização e outra falha bruta do estado brasileiro no que diz respeito à manutenção dessas estruturas. Existe uma responsabilidade compartilhada entre o empreendedor, o Estado e os órgãos de fiscalização. Está todo mundo errado. Por que o Estado erra? Ele não consegue manter um corpo de fiscalização efetivo e atuante. A empresa erra porque fez uma estrutura que colapsou. Se ela tivesse tudo certo, sem problema, nós não teríamos problemas sequenciais dentro do Brasil. Temos acidentes grandes, como o de Mariana, a de Cataguases. Isso mostra que a técnica e o procedimento de construção tem de ser revisto. E o governo tem atuado no caso das barragens de uma maneira política e de uma forma absolutamente condenável. Não fortaleceu os órgãos de fiscalização, foi leniente com as empresas. As empresas são necessárias, geram emprego, geram riqueza, mas tudo nessa vida tem limites. E estão faltando limites. Esse é mais um caso. Daqui a um ano ou dois anos, nós vamos estar conversando sobre o mesmo assunto porque vai ocorrer outro acidente. Você não tem fiscalização, você não tem fiscais. E como você mantém um sistema sem fiscalização? Não tem como. Para melhorar a situação, uma das ideias é que o Brasil tivesse o apoio do corpo de engenharia do Exército para atuar na área de segurança de barragens, seguindo o modelo que acontece já por exemplo nos Estados Unidos": comentário de Carlos Martinez, engenheiro civil e professor da Faculdade Federal de Itajubá e da pós-graduação da UFMG

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  8. "É inaceitável que a gente tenha esse desastre. Os números são inadmissíveis. A gente não sequer conseguiu remediar os danos de Mariana, nem viu os responsáveis pelo dano sendo penalizados. Também não vimos as pessoas recebendo alguma compensação, embora não exista compensação para a perda de entes queridos. E a gente vê a mesma empresa envolvida nessa barragem de Brumadinho. Se a gente observar os dois casos, essa barragem de Brumadinho era considerada de baixo risco, mas de alto dano. (...) A empresa deve ter realizado treinamento com as pessoas. No mínimo, o alarme não soou. No mínimo, evitar as mortes isso eu tenho certeza de que era possível. (...) A Vale deveria ter aprimorado os protocolos, os sistemas de alerta e as medidas de monitoramento das condições de instalação das barragens. (...) Algo falhou gravemente para a gente ter talvez centenas de mortes. Se aconteceu algo estranho na estrutura da barragem, se houve oscilação que fosse estranha, fora da normalidade, isso deveria soar um alarme que deveria orientar as pessoas a seguir o protocolo de evacuação para a área segura. Todas as pessoas devem ser treinadas a ouvir o protocolo, sair e ir para o terreno mais elevado. E isso não aconteceu. As pessoas se deram conta de que a lama estava descendo quando viram ela chegando": comentário de Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima

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  9. "Mais esse rompimento de barragem, com as consequências ambientais que ainda serão avaliadas, além de potenciais perdas de vidas humanas, mostram claramente que o Brasil, em termos ambientais, é o país da porteira arrombada. Eu acompanho acidentes ambientais no estado do RJ faz 30 anos e não me lembro, independentemente de ser empresa estatal ou privada, de um desfecho positivo em relação à degradação imposta por esses acidentes. Não me lembro de qualquer pessoa física tendo sido julgada e presa por todos esses crimes ambientais. (...) O Brasil é o país da porteira arrombada do ponto de vista ambiental. Resta saber o que o atual governo estadual de Minas Gerais vai fazer a respeito do assunto bem com o atual governo federal. Se vai ser mais uma tragédia e se daqui a alguns meses, daqui a alguns anos viveremos outras tragédias em que os criminosos ambientais têm certeza da impunidade": comentário de Mário Moscatelli, biólogo, que também foi entrevistado pela BBC News e G1.

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  10. "É um acidente que se repete na mesma companhia, um acidente similar e após um acidente catastrófico enquadrado como o pior acidente natural do Brasil. (...) Há três anos já aconteceu, o que furou toda a previsão técnica de análise risco. Agora, acontecer seguidamente com a diferença de apenas três anos? Isso já demonstra um problema de competência técnica. Nós sabemos que a Vale é uma empresa respeitada, mas alguma falha grave ocorreu para um acidente tão similar, com uma umidade tão parecida, em uma situação de barragem, se repetisse em tão curto espaço de tempo. Isso mostra que não houve um aprendizado, uma lição com a primeira investigação. E, infelizmente, a tragédia se repete. É algo muito sério tecnicamente em termos de engenharia, de análise de risco um acidente se repita em menos de três anos. O projeto é feito para que um acidente desse porte não ocorra nenhuma vez durante a vida útil. A gente sabe que é possível acontecer em algum lugar do mundo, mas na nossa instalação a gente trabalha para que não ocorra. É assim que os engenheiros fazem. É muito triste ver isso acontecer. Mostra também um pouco de uma falha sistêmica": comentário de Gerardo Portela, especialista em gerenciamento de risco, que nos foi enviado ao blog por e-mail.

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  11. "Este novo desastre com barragem de rejeitos de minérios, desta vez em Brumadinho (MG), é uma triste consequência da lição não aprendida pelo Estado brasileiro e pelas mineradoras com a tragédia da barragem de Fundão, da Samarco, em Mariana (MG), também controlada pela Vale. Minérios são um recurso finito que devem ser explorados de forma estratégica e com regime de licenciamento e fiscalização rígidos. A reciclagem e reaproveitamento devem ser priorizados. Infelizmente, grupos econômicos com forte lobby entre os parlamentares insistem em querer afrouxar as regras do licenciamento ambiental, o que, temos alertado, significaria criar uma 'fábrica de Marianas'. Casos como esse, portanto, não são acidentes, mas crimes ambientais que devem ser investigados, punidos e reparados": nota oficial do Greenpeace sobre esta tragédia ambiental.

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  12. "Toda nossa solidariedade aos atingidos e aos moradores de Brumadinho, na bacia do rio Paraopeba, que é formadora do Rio São Francisco. Vamos acompanhar de perto mais essa tragédia anunciada. Isso é muito triste. Os responsáveis não podem ficar impunes!": comentário divulgado à imprensa pela equipe de ecologistas da SOS Mata Atlântica.

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  13. "Tristes vítimas da má administração, pública e privada (Brumadinho mais de 300); tristes vítimas da violência nas nossas cidades (bandidos atiram sem dó em veículo com jovens na noite passada); sete estados declaram falência, o desemprego inquietando, governantes erráticos, todos os poderes preocupados somente com suas corporações, como se a justiça social, o desenvolvimento, o cuidado com o meio ambiente, a segurança, a administração competente, acontecessem mediante meias medidas e palavras jogadas ao vento...falta trabalho (de verdade) sobra incompetência e soberba": comentário postado por Latif Abrão Júnior e Nelson Salomão no Facebook e endereçados também ao editor do nosso blog Folha Verde News.

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  14. "O presidente da Vale, Fabio Schvartsman tem sido procurado direto pela mídia para mais declarações agora. Na última sexta-feira, os ADRs (como são chamados os recibos de papéis de ações) da Vale negociados em Nova York fecharam em queda de mais de 8%. A expectativa dos analistas é de que as ações da empresa negociadas na Bolsa brasileira tenham um desempenho ainda pior, onde houve uma queda em torno de 20%.
    A queda lá fora foi grande, mas ainda não se tinha a dimensão da tragédia. O mercado deverá punir a Vale": comentário de Fabio Silveira, da Macrosector.

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  15. "Os efeitos para a companhia Vale são negativos de curto prazo, mas menos relevantes no longo prazo. É preciso mais do que isso. Após o rompimento, no entanto, a agência de classificação de risco S&P anunciou que poderá rebaixar a nota da Vale. Segundo a S&P, o fato de uma tragédia semelhante ter acontecido há tão pouco tempo potencializa os riscos. A nota da Vale, que é BBB — em escala global, entrou em observação. Além do reflexo do desastre nas ações, também pesam os pedidos de bloqueio de recursos da empresa para garantir auxílio às vítimas. Somados, os pedidos na Justiça chegam a 11 bilhões de reais. A Vale encerrou o terceiro trimestre do ano passado com cerca de 6,1 bilhões de dólares em caixa, lembra Glauco Legat, da consultoria Necton. Os recursos de R$ 11 bilhões representariam 48% do caixa no Brasil": comentário do economista-chefe da Eleven Financial Research, Adeodato Netto em matéria no G1 da Globo.

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  16. "A empresa pode arcar com o valor, mas não deixa de ser uma soma elevada. O mais provável é que a Vale tente substituir esse congelamento por outro tipo de garantia, como fianças bancárias": comentário de Glauco Legal, da Consultoria Necton, em emissão de rádio na BBC News.

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  17. "De que valem todos estes bilhões diante de tantas vidas perdidas, de centenas e milhares de pessoas em Brumadinho que já têm a sua realidade arrasada pela tragédia, por falta de segurança ambiental na mineração de ferro, extraído do Brasil e vendido em todo o mundo?": comentário de José Leon Silva, empresário em SP, que foi enviado por e-mail ao nosso blog da ecologia e da cidadania.

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  18. "Considero muito positiva a manifestação da ecologista Gisele Bündchen que nas redes sociais pede orações pelo Brasil em todo o mundo, só uma energia mais pura e maior diante de tanta violência": comentário de Antônio de Pádua Silva Padinha, editor deste blog de ecologia, cidadania e não violência.

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