sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

TAMBÉM NA REGIÃO DO RIO GRANDE PLACAS DE ENERGIA SOLAR FLUTUANTES SOBRE AS REPRESAS DAS HIDRELÉTRICAS AVANÇARÃO O SISTEMA A BEM DOS CONSUMIDORES, DA ECOLOGIA E DA ECONOMIA?

Já existem sinais deste avanço tecnológico no Brasil e na Bahia já há uma plataforma solar flutuante pioneira em Sobradinho mas em Balbina (AM) ou nas hidrelétricas do Rio Grande por aqui na macrorregião tudo por enquanto ficou apenas no projeto ou na promessa e na expectativa ou na esperança de futuro



 Em Sobradinho na Bahia já vem sendo implantada plataforma solar

As represas nas hidrelétricas favorecem a implantação deste avanço


Este era um plano anos atrás para as hidrelétricas também por aqui na macrorregião do Rio Grande anunciado pelo Ministério de Minas e Energia, agora, por exemplo com a privatização da Usina de Jaguara e o comando da transnacional francesa Engie (que domina e desenvolve a tecnologia solar em outros países) este avanço tem condições de ser retomado para avançar a geração de eletricidade  e criar o futuro, através duma nova estrutura energética? Esta inovação já se faz necessária, para evitar apagões no sistema de energia elétrica mesmo porque a escassez de chuvas e a perspectiva de agravamento da seca poderá dificultar a performance das hidrelétricas. Ainda no ano passado a gente levantou esta pauta através aqui do nosso blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News. Desde de 2016 o Ministério de Minas e Energia vinha prometendo, sem concretizar este avanço, uma nova usina solar flutuante em Balbina, na Amazônia e uma reportagem de Ive Rilo, do G1, chegou a informar que as placas solares nesta represa já poderiam gerar eletricidade para 9,5 mil famílias até 2017, passou 2018 e isso ainda não aconteceu. Agora mais recentemente, a área governamental voltou a anunciar a geração híbrida de eletricidade, através da implantação de placas solares flutuantes em hidrelétricas: na virada de 2018 para 2019, o jornal e site Correio Braziliense, em matéria da jornalista Simone Kafruni chegou a confirmar a realização dum projeto da Chesf, com investimento de 56 milhões de reais e a geração imediata de 5 megawatts, suficiente para abastecer de eletricidade 20 mil casas, segundo o o MME (Ministéiro de Minas e Energia) em Sobradinho na Bahia a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) já estava adiantada no processo pioneiro duma plataforma solar flutuante lá naquela barragem. O governo mudou, houve nova composição de ministérios e esta pauta ficou esquecida em Brasília (DF) e precisa ser retomada pela mídia. 
  



Rios com menos vazão e chuvas escassas são um alerta...

 ...para este avanço na economia e na ecologia


Tirando por base a escassez de chuvas neste verão agora por aqui na região, por exemplo, em Ribeirão Preto (SP) ao invés dos 300mm até agora só choveram 80mm, conforme coleta de dados pelo Daerp junto ao Rio Pardo (reportagem ontem da EPTV da Globo no seu telejornal regional), este fato e mais alguns rápidos apagões no sistema de eletricidade produzido pelas hidrelétricas por aqui no Rio Grande para todo o sudeste brasileiro, engenheiros e ecologistas têm procurado retomar a necessidade dum avanço na estrutura energética, através de placas solares flutuantes nas represas, aumentando assim a geração de energia, inovando o sistema, a bem também dos consumidores. Com chuvas escassas e menor vazão do Rio Grande, tendo que recorrer ao uso complementar das termelétricas (mais caras e mais poluentes), a crise poderá se instalar no sistema. É preciso diversificar e inovar as fontes de energia, para ela se tornar mais econômica e mais ecológica, numa palavra, sustentável. 



No Japão e na China placas solares flutuantes são realidade


"Se o Brasil crescer a uma taxa de 2,5% ao ano, vai faltar energia”, alertou Moreira Franco antes de deixar o Ministério de Minas e Energia na transição para o atual governo. Ele ressaltou então ser urgente avaliar novos modelos de geração. “O atual gera uma das energias mais caras do mundo. O consumidor brasileiro necessita pagar menos e o país precisa de mais energia mais econômica e mais ecológica. Esta é a motivação desta nossa postagem neste tema aqui no blog do movimento ecológico, científico e de cidadania, a gente almeja que se avance uma geração híbrida entre hidrelétricas e energia solar, avançando assim desde já o desenvolvimento sustentável e a criação do futuro. Já funciona 100% a maior usina solar através de placas flutuantes na China, o Brasil precisa avançar para esta realidade, cada vez mais urgente na era do aquecimento global e da escassez de chuvas. 



É urgente optar por energias mais baratas e mais ecológicas...



(Confira logo mais na seção de comentários deste nosso blog outras informações sobre testes e projetos de plataforma solar flutuantes em hidrelétricas brasileiras, uma tecnologia que já é desenvolvida e totalmente viável para avançar o sistema elétrico, a economia e a ecologia)




 ...inovando e atualizando as hidrelétricas brasileiras



Fontes: G1 - Correio Braziliense - MME
               folhaverdenews.com.br



7 comentários:

  1. "No final de novembro o Ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, visitou a usina fotovoltaica flutuante de Sobradinho e disse que o atual modelo centralizado do setor energético brasileiro não beneficia o consumidor. Segundo ele, é preciso diversificar as fontes de energia para buscar energia mais barata. “Temos que aumentar a produção de energia. Se não tivéssemos tido a maior crise econômica da história, teríamos apagão. Se o país crescer a uma taxa de 2,5% ao ano, vai faltar energia”, alertou. Por isso, ressaltou, é preciso avaliar novos modelos de geração. “O atual gera uma das energias mais caras do mundo. O consumidor brasileiro precisa pagar menos”, afirmou pouco antes de deixar o cargo no MME, Moreira Franco": comentário da repórter Simone Simone Kafruni, do Correio Braziliense, em matéria na virada do ano. .



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  2. "O projeto da Chesf - Compamhia Hidrelétrica do São Francisco - tem o objetivo de pesquisar a viabilidade técnica, econômica e ambiental de plantas flutuantes em reservatórios de hidrelétricas e avalia a eficiência da tecnologia fotovoltaica resfriada naturalmente pela água, uma vez que as placas perdem eficiência sob forte calor. Também serão avaliados eventuais impactos da usina flutuante no meio ambiente e nas atividades de pesca e navegação no lago da represa. Para modernizar o setor elétrico, é necessário que se faça muita pesquisa e desenvolvimento, disse o ministro. “Temos que diversificar nossas fontes, buscar energia solar, eólica e hídrica, testando todas. Usar termelétricas com gás, biocombustível. Temos que aproveitar que, no Nordeste, há muito sol e vento, que são fontes de energia mais baratas”: comentário também extraído da matéria do Correio Braziliense.

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  5. "É possível para a tecnologia, viável para a economia, bom para a ecologia e para os consumidores, então é preciso que se implante logo esta inovação, antes duma crise energética no Brasil": comentário de Geraldo Perez, engenheito pela Unesp, que atua no interior de Minas Gerais atualmente.

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  6. "Com investimento de R$ 56 milhões, a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) desenvolve um projeto pioneiro que promete ser referência em geração de energia solar com painéis fotovoltaicos flutuantes em reservatórios de hidrelétricas. Por enquanto, a iniciativa implementada no lago da barragem da usina de Sobradinho, no interior da Bahia, ainda está em testes e funciona com uma única plataforma, com 7,3 mil módulos de placas solares, área total de 10 mil metros quadrados e capacidade de gerar 1 megawatt-pico (MWp). A Usina Flutuante Fotovoltaica deveria entrar em operação em dezembro. Neste ano, serão instaladas mais quatro plantas. Ao todo, as cinco unidades produzirão 5 MWp, energia suficiente para abastecer cerca de 20 mil casas populares": comentário de Simone Kafruni, repórter do Correio Braziliense, matéria em Sobradinho na Bahia.



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  7. "Com investimentos de R$ 55 milhões, a previsão era que até 2017 a usina estivesse concluída fornecendo para a rede 5 megawatts. Ficou no projeto mas a China há 2 anos já colocou para funcionar a maior usina de energia solar através de placas flutuantes. O projeto era brasileiro, a realidade, chinesa": comentário na matéria de Ive Rylo, do G1 da Amazônia.

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