quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

TIVERAM QUE SER TOMADAS MEDIDAS PREVENTIVAS EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE NO FIM DE ANO PARA EVITAR TURISMO POLUENTE EM ALGUNS POINTS DA NATUREZA DO BRASIL

Fernando de Noronha por exemplo proibiu entrada de plástico e isopor na ilha para evitar danos ao equilíbrio do meio ecológico deste arquipélago porque já que não há educação ambiental precisa haver proibições e até multas



Faz parte do ecoturismo evitar e controlar...

 ...o lixo ou a poluição dos points da natureza


Não é à toa que uma das atrações por ali se chama Baía dos Porcos, o site do Instituto de Engenharia (IE) está divulgando que o arquipélago de Fernando de Noronha, distrito estadual de Pernambuco, foi obrigado a proibir a entrada, a comercialização e o uso de canudos, copos, pratos, talheres, sacolas, além de garrafas plásticas e isopor na ilha. A medida foi uma iniciativa para evitar danos à fauna local e reduzir o volume de resíduos sólidos produzidos por visitantes sem noção do que é o ecoturismo. O decreto se aplicou a todos os estabelecimentos e às atividades comerciais da ilha, incluindo restaurantes, bares, quiosques, lanchonetes, ambulantes, hotéis, embarcações, pousadas, "onde as pessoa entram, fica o lixo e a poluição", comentou um morador que vive num vila de pescadores no arquipélago, José Pires: "Pescamos só o suficiente para nossa alimentação e tentamos manter a ecologia da ilha que é o que nos fez abandonar a cidade e viver aqui". 


Infelizmente sem medidas preventivas...

...turistas também provocam poluição
Tanto comunidades locais, pescadores em geral...

...turistas mais ainda precisam ter visão da ecologia

A proibição entrou em vigor desde de março e hoje esta informação já é parte da divulgação de agências de turismo e companhias aéreas para as visitas a Fernando de Noronha. Também moradores e visitantes tiveram que retirar de circulação as embalagens e os recipientes de plástico. A proibição vale para todos os recipientes e embalagens descartáveis em especial os de material plástico potencialmente poluentes, explicam as recomendações aos turistas. O texto publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) deixa claro os problemas e em um dos seus trechos afirma  “estabelecimentos e atividades comerciais devem estimular o uso de sacolas retornáveis/reutilizáveis e que suportem o acondicionamento e o transporte de produtos e mercadorias em geral”.


 Seja em ilhas paradisíacas...

...ou em montanhas do interior...

...todo point de natureza precisa ser protegido por aqui e em quase todo lugar do mundo



As multas podem variar de meio salário até 15 salários mínimos a formas de poluição na ilha Fernando de Noronha. Há o apelo ao bom senso e ao amor pela natureza, havendo também exceções nas proibições. Está permitido o uso de filme plástico, plástico bolha usados mais para se envelopar pallets no transporte de mercadorias do continente para a ilha. Também ali continuam podendo circular o filme plástico e o papel plastificado que sendo utilizado nos estabelecimentos comerciais “devem ser usados em atendimento às normas sanitárias nacionais, estaduais e distritais”. Materiais descartáveis  e derivados de plástico que precisam ser utilizados nas unidades de saúde na ilha, como seringas, tubos e recipientes de coleta de material biológico, este tipo de coisa continua permitido. Mas a medida exclui também sacos plásticos específicos para descarte de resíduos sólidos urbanos e dos serviços de saúde. um outro 
detalhe, a fiscalização ficará a cargo das Superintendências de Saúde, por meio da Vigilância Sanitária e d Meio Ambiente de Pernambuco que desde de março vinhe se organizando para fazer vigorar as medidas no fim de ano. 

Ecologistas alertam sobre Baia de Guanabara

Ocean Cleanupn é uma das alternativas anti poluição


Esta medida exemplar em defesa do meio ambiente em Fernando de Noronha precisa se estender urgentemente a outros points da natureza brasileira que é procurada cada vez mais pelo turismo, Uma das questões ambientais de hoje  que todos somos forçados a enfrentar com urgência é a grave incidência de plásticos em nossos rios, lagos, mares e oceanos. São quase dois bilhões de pedaços de plástico por mau exemplo que flutuam na superfície e isso apenas no Oceano Pacífico, no que hoje é conhecido também como a grande ilha de lixo. Encontrar uma solução não parece fácil, mas projetos estão começando a surgir e podem ajudar. É o caso da Ocean Cleanup, uma empresa dedicada ao desenvolvimento de tecnologias para o que eles mesmos chamam de a maior limpeza dos oceanos da história. O projeto que até agora só tinha passado por testes, começou sua atividade alguns dias atrás e seu plano parece simples: crie uma barreira no mar, concentre o plástico e, finalmente, remova-o. O sistema consiste em uma barreira flutuante de 600 metros de comprimento e 3 metros de profundidade que impedirá que o plástico passe tanto acima quanto abaixo. Medidas de tecnologia ou de proibição à poluição são cada vez mais necessárias até que o turismo ecológico seja então uma realidade. 

Medidas são urgentes até no turismo rural

Fontes: IE - Instituto de Engenharia - O Estado de S. Paulo
              folhaverdenews,com.br

7 comentários:

  1. Já temos mais informações e logo mais estaremos postando aqui nesta seção, venha conferir depois, OK?

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  4. "Importante esta defesa de lugares que pode vir a ser points de ecoturismo e não focos de lixo. Esta providência tipo a da Ocean Cleanup precisa ser implantada em vários pontos do litoral brasileiro para até tornar o turismo no Brasil mais forte, a bem de todos": comentário de Cleber Reis, de Santos, São Paulo, que nos mandou fotos sobre lixo e poluição na Baixada Santista, agradecemos, vamos divulgar sim, abraços e paz 2019.

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  5. "A barreira projetada pela Ocean Cleanup é equipada com sistemas elétricos, sensores e câmeras que serão alimentadas por energia solar para operar de forma autônoma. Seu desenho em forma de “U” levou em conta as características físicas e dinâmicas dos ventos e das correntes para obter a barreira de lixo e acumulá-la até o momento de sua coleta": comentário extraído de texto técnico no site IE sobre a estrutura da Ocean Cleanup.

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  6. "Os planos de curto prazo da Ocean Cleanup são fascinantes porque não só irá implantar uma barreira, mas o projeto tem até 60 barreiras idênticas que totalizarão quase 40 quilômetros. As previsões são realmente otimistas. Segundo a própria empresa, essas barreiras poderão limpar metade do lixo da ilha do Pacífico em apenas cinco anos. Isso significa que eles coletarão quase um milhão de peças de plástico até 2024. Além disso, seus planos incluem a conclusão de 90% da ilha até 2040": idem, ibidem.

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  7. "Seja esta estrutura anti poluição no Pacífico, seja medidas de prevenção como na ilha Fernando de Noronha, alguma coisa tem que ser feita antes que os turistas que vão usufruir a beleza acabem por destruí-la coim lixo e poluição, isso além de conter outras fontes poluidoras, como vazamento de navios, de oleodutos. De toda forma, a educação ambiental para todos, bem como leis e multas mais rígidas também são necessárias": comentário de Benê dos Santos Romeo, pesquisador, geógrafo e ecologista, que ainda destaca: "O mais importante de tudo é apoiar a educação ambiental".

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